Acidente que matou Boechat aconteceu por falta de manutenção, diz laudo final

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O helicóptero que matou o jornalista Ricardo Boechat em fevereiro de 2019 caiu por falhas na manutenção, de acordo com relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB). No acidente também morreu o piloto Ronaldo Quattrucci, de 56 anos. No dia 11 de fevereiro do ano passado, […]

POR Redação SRzd 30/10/2020| 2 min de leitura

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Ricardo Boechat. Foto: Divulgação

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O helicóptero que matou o jornalista Ricardo Boechat em fevereiro de 2019 caiu por falhas na manutenção, de acordo com relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB). No acidente também morreu o piloto Ronaldo Quattrucci, de 56 anos.

No dia 11 de fevereiro do ano passado, os dois decolaram de Campinas, no interior paulista, onde Boechat participou de um evento, e seguiram para São Paulo.

O helicóptero caiu na rodovia Anhanguera, na altura do Rodoanel, anel viário que fica na região metropolitana. Segundo o relatório, de 65 páginas, o tubo de distribuição de óleo da aeronave estava entupido.

A troca do óleo, que deveria ser feita uma vez por ano, chegou a ficar sem ser realizada por mais de três anos. O helicóptero pertencia à empresa RQ Serviços Aéreos Ltda.

O Cenipa informou que houve uma falha no compressor, um dos itens mais importantes da turbina. Esse equipamento pressuriza (conserva a pressão) o ar para jogar na câmara, onde ocorre a queima de combustível.










O helicóptero que matou o jornalista Ricardo Boechat em fevereiro de 2019 caiu por falhas na manutenção, de acordo com relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB). No acidente também morreu o piloto Ronaldo Quattrucci, de 56 anos.

No dia 11 de fevereiro do ano passado, os dois decolaram de Campinas, no interior paulista, onde Boechat participou de um evento, e seguiram para São Paulo.

O helicóptero caiu na rodovia Anhanguera, na altura do Rodoanel, anel viário que fica na região metropolitana. Segundo o relatório, de 65 páginas, o tubo de distribuição de óleo da aeronave estava entupido.

A troca do óleo, que deveria ser feita uma vez por ano, chegou a ficar sem ser realizada por mais de três anos. O helicóptero pertencia à empresa RQ Serviços Aéreos Ltda.

O Cenipa informou que houve uma falha no compressor, um dos itens mais importantes da turbina. Esse equipamento pressuriza (conserva a pressão) o ar para jogar na câmara, onde ocorre a queima de combustível.










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