Advogado com nanismo é reprovado novamente em concurso da PCMG
Bastidores. Matheus Matos Menezes, advogado de 25 anos com nanismo, foi reprovado novamente em uma das etapas do concurso público para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais. De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do certame, o candidato foi considerado “inapto” nos exames biofísicos e biomédicos. A nova reprovação ocorre após […]
PORRedação SRzd25/5/2026|
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Advogado com nanismo é reprovado novamente em concurso da PCMG. Foto: Reprodução de vídeo
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Bastidores. Matheus Matos Menezes, advogado de 25 anos com nanismo, foi reprovado novamente em uma das etapas do concurso público para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais. De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do certame, o candidato foi considerado “inapto” nos exames biofísicos e biomédicos.
A nova reprovação ocorre após Matheus conseguir na Justiça o direito de refazer o Teste de Aptidão Física (TAF), etapa em que havia sido eliminado anteriormente. Na época, o advogado denunciou ter sofrido discriminação por falta de adaptação adequada às suas condições físicas.
A decisão que anulou a primeira reprovação foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Segundo o magistrado, a banca teria descumprido entendimento firmado pelo STF sobre a obrigatoriedade de adaptações razoáveis em testes físicos para candidatos com deficiência.
O resultado preliminar da nova etapa foi divulgado no último dia 15 de maio, com prazo para recursos entre os dias 18 e 20. Os exames haviam sido realizados em 26 de abril. Até o momento, não foi informado em qual prova específica Matheus foi considerado inapto.
Atualmente, a participação do candidato no concurso segue sub judice, ou seja, depende de decisão definitiva da Justiça para continuidade no processo seletivo.
Em entrevista anterior, Matheus afirmou que decidiu tornar o caso público para denunciar o que considera desrespeito aos direitos das pessoas com deficiência. “A Constituição e a lei garantem adaptação para pessoas com deficiência. Mesmo assim, fomos submetidos ao mesmo teste físico”, declarou.
O advogado também revelou que o sonho de se tornar delegado permanece. “Não vai ser o meu tamanho que vai impedir isso”, afirmou.
Na ocasião da primeira reprovação, a FGV informou que os exames seguiram as regras previstas no edital e que não havia previsão de adaptação da etapa física às condições individuais dos candidatos.
O caso repercutiu nacionalmente e motivou manifestações do Instituto Nacional de Nanismo, que criticou a aplicação de critérios físicos sem avaliação individualizada, apontando possível discriminação contra pessoas com deficiência.
Bastidores. Matheus Matos Menezes, advogado de 25 anos com nanismo, foi reprovado novamente em uma das etapas do concurso público para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais. De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do certame, o candidato foi considerado “inapto” nos exames biofísicos e biomédicos.
A nova reprovação ocorre após Matheus conseguir na Justiça o direito de refazer o Teste de Aptidão Física (TAF), etapa em que havia sido eliminado anteriormente. Na época, o advogado denunciou ter sofrido discriminação por falta de adaptação adequada às suas condições físicas.
A decisão que anulou a primeira reprovação foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Segundo o magistrado, a banca teria descumprido entendimento firmado pelo STF sobre a obrigatoriedade de adaptações razoáveis em testes físicos para candidatos com deficiência.
O resultado preliminar da nova etapa foi divulgado no último dia 15 de maio, com prazo para recursos entre os dias 18 e 20. Os exames haviam sido realizados em 26 de abril. Até o momento, não foi informado em qual prova específica Matheus foi considerado inapto.
Atualmente, a participação do candidato no concurso segue sub judice, ou seja, depende de decisão definitiva da Justiça para continuidade no processo seletivo.
Em entrevista anterior, Matheus afirmou que decidiu tornar o caso público para denunciar o que considera desrespeito aos direitos das pessoas com deficiência. “A Constituição e a lei garantem adaptação para pessoas com deficiência. Mesmo assim, fomos submetidos ao mesmo teste físico”, declarou.
O advogado também revelou que o sonho de se tornar delegado permanece. “Não vai ser o meu tamanho que vai impedir isso”, afirmou.
Na ocasião da primeira reprovação, a FGV informou que os exames seguiram as regras previstas no edital e que não havia previsão de adaptação da etapa física às condições individuais dos candidatos.
O caso repercutiu nacionalmente e motivou manifestações do Instituto Nacional de Nanismo, que criticou a aplicação de critérios físicos sem avaliação individualizada, apontando possível discriminação contra pessoas com deficiência.