O senador Aécio Neves, do PSDB, candidato do partido à presidência da República na eleição que elegeu Dilma Rousseff, do PT, foi denunciado pelo ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior, que, usufruindo do direito de delação premiada, em acordo com a Operação Lava-Jato, disse que se reuniu com o senador tucano para tratar de um esquema de fraude em licitação na obra da Cidade Administrativa para favorecer grandes empreiteiras. Na época, Aécio era governador de Minas Gerais.
Além deste depoimento ainda há citação do nome do senador Aécio Neves em outros casos de corrupção em Furnas.
O empresário Benedicto Júnior disse que, sob o comando e autorização de Aécio, o “acerto” foi feito e que o então governador determinou que os representantes das construtoras envolvidas na fraude procurassem Oswaldo Borges da Costa Filho para acertar os detalhes. Foi “Oswaldinho”, homem de confiança de Aécio, quem construiu o modelo criminoso e os percentuais da propina que foram adotados. E, a partir daí, o esquema “deslanchou”.
O delator deu riqueza de detalhes que surpreenderam os investigadores: “os valores ficaram entre 2,5% e 3% sobre o total dos contratos”. O depoimento foi tão completo que é possível que novas investigações sejam abertas para “esmiuçar” outras operações em que Aécio, assim como Sérgio Cabral no Rio, possa ter participado.
Pressionado, Aécio Neves, mesmo discordando da estratégia, em nota, negou ter participado do processo de corrupção. Ele preferia só falar em juízo.
Oswaldinho é um colaborador das campanhas eleitorais de Aécio Neves e agora passa a ser “homem bomba”. A amigos, ele mostrou-se aflito e disse que se a situação “complicar para o meu lado”, eu “abro tudo”. O esforço agora da cúpula do PSDB é evitar que o estrago em Minas e a provável liquidação da imagem de Aécio possa chegar a São Paulo e, de alguma forma, atingir o ministro José Serra e o governador Geraldo Alckmin.
O senador Aécio Neves, do PSDB, candidato do partido à presidência da República na eleição que elegeu Dilma Rousseff, do PT, foi denunciado pelo ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior, que, usufruindo do direito de delação premiada, em acordo com a Operação Lava-Jato, disse que se reuniu com o senador tucano para tratar de um esquema de fraude em licitação na obra da Cidade Administrativa para favorecer grandes empreiteiras. Na época, Aécio era governador de Minas Gerais.
Além deste depoimento ainda há citação do nome do senador Aécio Neves em outros casos de corrupção em Furnas.
O empresário Benedicto Júnior disse que, sob o comando e autorização de Aécio, o “acerto” foi feito e que o então governador determinou que os representantes das construtoras envolvidas na fraude procurassem Oswaldo Borges da Costa Filho para acertar os detalhes. Foi “Oswaldinho”, homem de confiança de Aécio, quem construiu o modelo criminoso e os percentuais da propina que foram adotados. E, a partir daí, o esquema “deslanchou”.
O delator deu riqueza de detalhes que surpreenderam os investigadores: “os valores ficaram entre 2,5% e 3% sobre o total dos contratos”. O depoimento foi tão completo que é possível que novas investigações sejam abertas para “esmiuçar” outras operações em que Aécio, assim como Sérgio Cabral no Rio, possa ter participado.
Pressionado, Aécio Neves, mesmo discordando da estratégia, em nota, negou ter participado do processo de corrupção. Ele preferia só falar em juízo.
Oswaldinho é um colaborador das campanhas eleitorais de Aécio Neves e agora passa a ser “homem bomba”. A amigos, ele mostrou-se aflito e disse que se a situação “complicar para o meu lado”, eu “abro tudo”. O esforço agora da cúpula do PSDB é evitar que o estrago em Minas e a provável liquidação da imagem de Aécio possa chegar a São Paulo e, de alguma forma, atingir o ministro José Serra e o governador Geraldo Alckmin.