AO VIVO: CPI ouve empresário que acusou corrupção na compra de vacina

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A CPI da Covid-19 recebe, nesta quinta-feira (1°), Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da empresa de vacinas Davati Medical Supply que afirmou ter recebido pedido de propina de US$ 1 por dose de imunizante em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde. Em relato à jornalista Constança Rezende, do jornal “Folha de São Paulo”, […]

POR Redação SRzd 1/7/2021| 2 min de leitura

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Luiz Paulo Dominguetti Pereira. Foto: Pedro França/Agência Senado

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A CPI da Covid-19 recebe, nesta quinta-feira (1°), Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da empresa de vacinas Davati Medical Supply que afirmou ter recebido pedido de propina de US$ 1 por dose de imunizante em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde.

Em relato à jornalista Constança Rezende, do jornal “Folha de São Paulo”, na terça-feira (29), Dominguetti afirmou que a proposta de propina teria partido do diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, durante um jantar no restaurante Vasto, no Brasília Shopping, região central da capital federal, no dia 25 de fevereiro.

A empresa Davati buscou a pasta para negociar 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca com proposta de US$ 3,5 por dose (depois disso, passou a US$ 15,5). A compra de 400 milhões de doses da AstraZeneca pelo ministério geraria um montante ilícito de R$ 2 bilhões.

Assista:

A audiência para ouvir Dominguetti havia sido marcada inicialmente para sexta-feira (2). Porém, na noite da quarta-feira (30), o presidente da CPI, Omar Aziz, anunciou pelas redes sociais que o depoimento havia sido antecipado para esta quinta, às 10h.

Assim, o empresário Francisco Emerson Maximiano, sócio-administrador da Precisa Medicamentos, que estava previsto para falar à CPI na reunião de quinta, teve a convocação adiada, sem nova data.

A Precisa é responsável por um contrato com o Ministério da Saúde para aquisição da vacina indiana Covaxin, que também está sendo investigado pela CPI depois das denúncias feitas no depoimento dos irmãos Luis Miranda e Luis Ricardo Miranda.

A CPI da Covid-19 recebe, nesta quinta-feira (1°), Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da empresa de vacinas Davati Medical Supply que afirmou ter recebido pedido de propina de US$ 1 por dose de imunizante em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde.

Em relato à jornalista Constança Rezende, do jornal “Folha de São Paulo”, na terça-feira (29), Dominguetti afirmou que a proposta de propina teria partido do diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, durante um jantar no restaurante Vasto, no Brasília Shopping, região central da capital federal, no dia 25 de fevereiro.

A empresa Davati buscou a pasta para negociar 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca com proposta de US$ 3,5 por dose (depois disso, passou a US$ 15,5). A compra de 400 milhões de doses da AstraZeneca pelo ministério geraria um montante ilícito de R$ 2 bilhões.

Assista:

A audiência para ouvir Dominguetti havia sido marcada inicialmente para sexta-feira (2). Porém, na noite da quarta-feira (30), o presidente da CPI, Omar Aziz, anunciou pelas redes sociais que o depoimento havia sido antecipado para esta quinta, às 10h.

Assim, o empresário Francisco Emerson Maximiano, sócio-administrador da Precisa Medicamentos, que estava previsto para falar à CPI na reunião de quinta, teve a convocação adiada, sem nova data.

A Precisa é responsável por um contrato com o Ministério da Saúde para aquisição da vacina indiana Covaxin, que também está sendo investigado pela CPI depois das denúncias feitas no depoimento dos irmãos Luis Miranda e Luis Ricardo Miranda.

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