Áudios ligam MC Ryan e MC Poze do Rodo a esquema de R$ 1,6 bi

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Investigação. MC Ryan e MC Poze do Rodo estão no centro de operação da Polícia Federal que investiga suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro com base na exploração de rifas clandestinas. A ação, deflagrada na última quarta-feira (15), cumpriu mandados em 8 estados e no Distrito Federal e resultou na prisão dos dois artistas: […]

POR Redação SRzd 19/4/2026| 2 min de leitura

MC Ryan SP e Poze do Rodo. Foto: Reprodução de TV

MC Ryan SP e Poze do Rodo. Foto: Reprodução de TV

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Investigação. MC Ryan e MC Poze do Rodo estão no centro de operação da Polícia Federal que investiga suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro com base na exploração de rifas clandestinas.

A ação, deflagrada na última quarta-feira (15), cumpriu mandados em 8 estados e no Distrito Federal e resultou na prisão dos dois artistas: Ryan, em Bertioga, no litoral de São Paulo; e Poze do Rodo, no Rio de Janeiro.

De acordo com a investigação, o dinheiro obtido nas rifas clandestinas e jogos ilegais era, segundo a PF, inserido no sistema financeiro com aparência de legalidade, misturando-se a receitas declaradas de shows, contratos musicais e publicidade digital. As apurações apontam que todo o funcionamento dependia de um sistema complexo de transações financeiras pulverizadas.

Segundo a PF, MC Ryan recebia também milhões em criptomoedas. A investigação aponta que o elo entre São Paulo e Rio de Janeiro no esquema bilionário era um sócio do MC Poze do Rodo. Nesta fase da operação, a Polícia Federal apreendeu bens avaliados em aproximadamente R$ 20 milhões. Os áudios foram divulgado na noite deste domingo pelo Fantástico:

Rodapé - entretenimento

Investigação. MC Ryan e MC Poze do Rodo estão no centro de operação da Polícia Federal que investiga suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro com base na exploração de rifas clandestinas.

A ação, deflagrada na última quarta-feira (15), cumpriu mandados em 8 estados e no Distrito Federal e resultou na prisão dos dois artistas: Ryan, em Bertioga, no litoral de São Paulo; e Poze do Rodo, no Rio de Janeiro.

De acordo com a investigação, o dinheiro obtido nas rifas clandestinas e jogos ilegais era, segundo a PF, inserido no sistema financeiro com aparência de legalidade, misturando-se a receitas declaradas de shows, contratos musicais e publicidade digital. As apurações apontam que todo o funcionamento dependia de um sistema complexo de transações financeiras pulverizadas.

Segundo a PF, MC Ryan recebia também milhões em criptomoedas. A investigação aponta que o elo entre São Paulo e Rio de Janeiro no esquema bilionário era um sócio do MC Poze do Rodo. Nesta fase da operação, a Polícia Federal apreendeu bens avaliados em aproximadamente R$ 20 milhões. Os áudios foram divulgado na noite deste domingo pelo Fantástico:

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