Auxiliares de Pezão partem em defesa do pacote de cortes

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A reação negativa por parte de servidores e da sociedade ao pacote de cortes apresentado pelo governo estadual, na semana passada, foi maior do que se esperava. A ordem é para que os auxiliares da área de Fazenda do estado partam para o ataque e busquem a mídia para esclarecer as razões que levaram a […]

POR Redação SRzd 7/11/2016| 2 min de leitura

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A reação negativa por parte de servidores e da sociedade ao pacote de cortes apresentado pelo governo estadual, na semana passada, foi maior do que se esperava. A ordem é para que os auxiliares da área de Fazenda do estado partam para o ataque e busquem a mídia para esclarecer as razões que levaram a […]

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A reação negativa por parte de servidores e da sociedade ao pacote de cortes apresentado pelo governo estadual, na semana passada, foi maior do que se esperava. A ordem é para que os auxiliares da área de Fazenda do estado partam para o ataque e busquem a mídia para esclarecer as razões que levaram a administração a propor mudanças tão fortes nas finanças do Rio.

O secretário estadual da Casa Civil, Leonardo Espíndola, foi um dos primeiros a defender o pacote de austeridade:

— As medidas são imprescindíveis para que o servidor tenha garantia de quando vai receber o salário. Até hoje, o servidor vem recebendo em dia, apesar de todas as dificuldades — disse Espíndola.

No dia do anúncio do pacote, além de Pezão, estiveram presentes ao evento desta sexta (4) o vice-governador Francisco Dornelles, e os secretários de Fazenda, Gustavo Barbosa, de Planejamento, Francisco Caldas, e da Casa Civil, Leonardo Espíndola. Caldas apontou o déficit previdenciário como “o centro gravitacional da crise” financeira do Estado.

O presidente da Alerj, Jorge Picciani, foi outro que saiu em defesa da necessidade de ajudar o Governo. Ele quer que as medidas sejam aprovadas até o fim do mês, nem que se precise trabalhar nos fins de semana. Sobre o papel da Alerj na aprovação do pacote, Espíndola afirmou que a expectativa é de que os deputados colaborem com o projeto.

— O momento de crise atinge a todos e a Alerj tem o papel fundamental de contribuir com o projeto. O pacote foi colocado para votação e é natural que agora os deputados proponham emendas e contribuam para aperfeiçoar o projeto.

A reação negativa por parte de servidores e da sociedade ao pacote de cortes apresentado pelo governo estadual, na semana passada, foi maior do que se esperava. A ordem é para que os auxiliares da área de Fazenda do estado partam para o ataque e busquem a mídia para esclarecer as razões que levaram a administração a propor mudanças tão fortes nas finanças do Rio.

O secretário estadual da Casa Civil, Leonardo Espíndola, foi um dos primeiros a defender o pacote de austeridade:

— As medidas são imprescindíveis para que o servidor tenha garantia de quando vai receber o salário. Até hoje, o servidor vem recebendo em dia, apesar de todas as dificuldades — disse Espíndola.

No dia do anúncio do pacote, além de Pezão, estiveram presentes ao evento desta sexta (4) o vice-governador Francisco Dornelles, e os secretários de Fazenda, Gustavo Barbosa, de Planejamento, Francisco Caldas, e da Casa Civil, Leonardo Espíndola. Caldas apontou o déficit previdenciário como “o centro gravitacional da crise” financeira do Estado.

O presidente da Alerj, Jorge Picciani, foi outro que saiu em defesa da necessidade de ajudar o Governo. Ele quer que as medidas sejam aprovadas até o fim do mês, nem que se precise trabalhar nos fins de semana. Sobre o papel da Alerj na aprovação do pacote, Espíndola afirmou que a expectativa é de que os deputados colaborem com o projeto.

— O momento de crise atinge a todos e a Alerj tem o papel fundamental de contribuir com o projeto. O pacote foi colocado para votação e é natural que agora os deputados proponham emendas e contribuam para aperfeiçoar o projeto.

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