Avião com 170 passageiros faz pouso de emergência após ameça de bomba em Brasília
Susto no ar. Um avião fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Brasília na noite desta quinta-feira (7). Segundo a companhia aérea Azul, a mudança foi preventiva “devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo”, ou seja, uma ameaça de bomba. Todos os 170 passageiros desembarcaram em segurança. A aeronave, que […]
PORRedação SRzd8/8/2025|
2 min de leitura
Avião. Foto: Reprodução de TV
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Susto no ar. Um avião fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Brasília na noite desta quinta-feira (7).
Segundo a companhia aérea Azul, a mudança foi preventiva “devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo”, ou seja, uma ameaça de bomba.
Todos os 170 passageiros desembarcaram em segurança. A aeronave, que decolou de São Luís (MA) com destino em Campinas (SP), tocou o solo às 20h45.
De acordo com a Rede Globo, três horas após o pouso, os passageiros seguiam em uma “sala de segurança” no aeroporto e prestavam depoimento à Polícia Federal.
Em nota, a Inframerica, consórcio que administra o Aeroporto de Brasília, informou que o plano de contingência foi acionado e que não houve impacto em outros pousos e decolagens previstos para o terminal.
Com a suspeita, a Polícia Federal foi acionada e descartou a presença do explosivo. Também em nota, o órgão informou que a autoria da ameaça será investigada.
+ nota da Azul
“A Azul informa que o voo AD4816 (São Luiz-Viracopos) declarou emergência e precisou alternar para o aeroporto de Brasília, preventivamente, devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo. O pouso aconteceu normalmente, e os Clientes e Tripulantes desembarcaram em total segurança. A Azul vai garantir todo o suporte necessário após a liberação das autoridades. A Companhia ressalta que medidas como essas são necessárias para garantir a segurança de suas operações, valor primordial para a Azul“.
+ nota da Polícia Federal
“Após varredura antibombas, a Polícia Federal descartou a presença de qualquer artefato explosivo em aeronave da companhia aérea Azul que, na noite desta quinta-feira (7/8), teve voo alternado para Brasília. O avião foi liberado para retornar à operação. As investigações sobre a autoria da ameaça seguem em curso”.
Susto no ar. Um avião fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Brasília na noite desta quinta-feira (7).
Segundo a companhia aérea Azul, a mudança foi preventiva “devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo”, ou seja, uma ameaça de bomba.
Todos os 170 passageiros desembarcaram em segurança. A aeronave, que decolou de São Luís (MA) com destino em Campinas (SP), tocou o solo às 20h45.
De acordo com a Rede Globo, três horas após o pouso, os passageiros seguiam em uma “sala de segurança” no aeroporto e prestavam depoimento à Polícia Federal.
Em nota, a Inframerica, consórcio que administra o Aeroporto de Brasília, informou que o plano de contingência foi acionado e que não houve impacto em outros pousos e decolagens previstos para o terminal.
Com a suspeita, a Polícia Federal foi acionada e descartou a presença do explosivo. Também em nota, o órgão informou que a autoria da ameaça será investigada.
+ nota da Azul
“A Azul informa que o voo AD4816 (São Luiz-Viracopos) declarou emergência e precisou alternar para o aeroporto de Brasília, preventivamente, devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo. O pouso aconteceu normalmente, e os Clientes e Tripulantes desembarcaram em total segurança. A Azul vai garantir todo o suporte necessário após a liberação das autoridades. A Companhia ressalta que medidas como essas são necessárias para garantir a segurança de suas operações, valor primordial para a Azul“.
+ nota da Polícia Federal
“Após varredura antibombas, a Polícia Federal descartou a presença de qualquer artefato explosivo em aeronave da companhia aérea Azul que, na noite desta quinta-feira (7/8), teve voo alternado para Brasília. O avião foi liberado para retornar à operação. As investigações sobre a autoria da ameaça seguem em curso”.