Barbárie no DF: Delegado revela espanto ao ouvir técnicos presos por mortes em UTI
Brasília. Os técnicos de enfermagem presos suspeitos de matar ao menos três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga, no Distrito Federal, demonstraram “frieza total” quando prestaram depoimento, segundo o delegado da Polícia Civil (PCDF) Maurício Iacozzilli. Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, […]
PORRedação SRzd20/1/2026|
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Amanda Rodrigues de Sousa, Marcos Vinícius Silva e Marcela Camilly Alves são os três técnicos de enfermagem suspeitos de matarem pacientes na UTI do Hospital Anchieta. Foto: Redes sociais/Montagem
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Brasília. Os técnicos de enfermagem presos suspeitos de matar ao menos três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga, no Distrito Federal, demonstraram “frieza total” quando prestaram depoimento, segundo o delegado da Polícia Civil (PCDF) Maurício Iacozzilli.
Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, 24, e Marcela Camilly Alves da Silva, 22, negaram inicialmente qualquer envolvimento com os crimes.
“O Marcos disse que tinha apenas seguido a receita passada pelo médico. Quando mostramos as filmagens, ele disse que ‘realmente tinha feito aquilo‘, mas não deixou claro qual foi a motivação”, explicou o delegado.
Marcela procedeu da mesma maneira.
Ela disse que não sabia o que estava aplicando e que estaria “arrependida” de não ter avisado a equipe do hospital sobre o que estava acontecendo.
De acordo com o delegado, Marcela estava em seu primeiro emprego e era treinada por Marcos, que aplicava medicamentos normais, mas confirmou que não lhe perguntou qual fármaco ele estava ministrando.
Segundo Iacozzili, imagens do hospital mostram a técnica vigiando a porta no momento da aplicação e ficando na frente do paciente.
A primeira fase da Operação Anúbis foi deflagrada na manhã de 11 de janeiro, com o apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Na ocasião, dois investigados foram presos temporariamente por ordem judicial. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços localizados em três endereços do entorno.
Salomão detalhou também como o processo das aplicações era feito. Segundo o delegado, o técnico entrava no sistema do hospital utilizando o login de um médico que não trabalhava mais lá. A PCDF investiga como Marcos conseguiu acesso.
O trio teria matado João Clemente Pereira, 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, 33 anos, servidor dos Correios; Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada, de 75 anos. A motivação é investigada.
“O hospital instaurou investigação, por iniciativa própria”, afirmou a Unidade de saúde em nota.
Brasília. Os técnicos de enfermagem presos suspeitos de matar ao menos três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga, no Distrito Federal, demonstraram “frieza total” quando prestaram depoimento, segundo o delegado da Polícia Civil (PCDF) Maurício Iacozzilli.
Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, 24, e Marcela Camilly Alves da Silva, 22, negaram inicialmente qualquer envolvimento com os crimes.
“O Marcos disse que tinha apenas seguido a receita passada pelo médico. Quando mostramos as filmagens, ele disse que ‘realmente tinha feito aquilo‘, mas não deixou claro qual foi a motivação”, explicou o delegado.
Marcela procedeu da mesma maneira.
Ela disse que não sabia o que estava aplicando e que estaria “arrependida” de não ter avisado a equipe do hospital sobre o que estava acontecendo.
De acordo com o delegado, Marcela estava em seu primeiro emprego e era treinada por Marcos, que aplicava medicamentos normais, mas confirmou que não lhe perguntou qual fármaco ele estava ministrando.
Segundo Iacozzili, imagens do hospital mostram a técnica vigiando a porta no momento da aplicação e ficando na frente do paciente.
A primeira fase da Operação Anúbis foi deflagrada na manhã de 11 de janeiro, com o apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Na ocasião, dois investigados foram presos temporariamente por ordem judicial. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços localizados em três endereços do entorno.
Salomão detalhou também como o processo das aplicações era feito. Segundo o delegado, o técnico entrava no sistema do hospital utilizando o login de um médico que não trabalhava mais lá. A PCDF investiga como Marcos conseguiu acesso.
O trio teria matado João Clemente Pereira, 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, 33 anos, servidor dos Correios; Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada, de 75 anos. A motivação é investigada.
“O hospital instaurou investigação, por iniciativa própria”, afirmou a Unidade de saúde em nota.