Black Friday 2025! Vale a pena? Especialista avalia

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Vale a pena? A Black Friday se tornou uma das datas mais esperadas do comércio, com promoções que atraem milhões de consumidores. A data é quase tão esperada no calendário dos brasileiros quanto o Carnaval ou o Natal. Muitas pessoas aguardam, ansiosamente, a última sexta-feira de novembro para realizar todos os tipos de compras: eletrônicos, […]

POR Redação SRzd 23/11/2025| 2 min de leitura

Mulher fazendo compras. Foto: Pikist

Mulher fazendo compras. Foto: Pikist

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Vale a pena? A Black Friday se tornou uma das datas mais esperadas do comércio, com promoções que atraem milhões de consumidores.

A data é quase tão esperada no calendário dos brasileiros quanto o Carnaval ou o Natal. Muitas pessoas aguardam, ansiosamente, a última sexta-feira de novembro para realizar todos os tipos de compras: eletrônicos, eletrodomésticos, roupas e acessórios.

A expressão “Black Friday” remonta ao início dos anos 1960, nos Estados Unidos, e foi inicialmente utilizada pela polícia da Filadélfia para descrever o caos que se instaura nas ruas após o Dia de Ação de Graças.

O dia seguinte a esse feriado se caracterizou por um intenso fluxo de pessoas e veículos, gerando congestionamentos e, em muitos casos, desordem pública.

Mulher fazendo compras. Foto: Pikist
Mulher fazendo compras. Foto: Pikist

Com o tempo, o termo foi protegido pelos comerciantes, que aproveitam os dados para lançar promoções e atrair clientes.

A data deixou de ser uma referência ao caos urbano e passou a representar o momento em que as lojas “saíam do vermelho” (quando estão em déficit) e passando a “ficar no preto”, ou seja, a obter lucros significativos.

A Black Friday chegou ao Brasil em 2010 e, desde então, cresceu de forma exponencial. No início, havia desconfiança por parte dos consumidores, especialmente em relação à veracidade dos descontos, mas com o passar dos anos, o evento se solidificou como um dado crucial para o comércio.

No entanto, um alerta. O aumento do volume de compras também representa uma oportunidade para golpistas e fraudes digitais.

Compra on line. Foto: Pikist
Compra on line. Foto: Pikist

Outro ponto bastante discutido é o chamado “black fraude”, prática na qual algumas lojas elevam os preços dos produtos antes da Black Friday para simular descontos maiores.

Mas afinal? Vale a pena para quem compra ou para quem vende?

Para falar sobre o assunto, o SRzd conversou com Gisele Gomes, administradora de empresas, empreendedora no universo da moda com uma sólida trajetória no setor industrial e especialista em negócios.

+ assista:

Rodapé - brasil

Vale a pena? A Black Friday se tornou uma das datas mais esperadas do comércio, com promoções que atraem milhões de consumidores.

A data é quase tão esperada no calendário dos brasileiros quanto o Carnaval ou o Natal. Muitas pessoas aguardam, ansiosamente, a última sexta-feira de novembro para realizar todos os tipos de compras: eletrônicos, eletrodomésticos, roupas e acessórios.

A expressão “Black Friday” remonta ao início dos anos 1960, nos Estados Unidos, e foi inicialmente utilizada pela polícia da Filadélfia para descrever o caos que se instaura nas ruas após o Dia de Ação de Graças.

O dia seguinte a esse feriado se caracterizou por um intenso fluxo de pessoas e veículos, gerando congestionamentos e, em muitos casos, desordem pública.

Mulher fazendo compras. Foto: Pikist
Mulher fazendo compras. Foto: Pikist

Com o tempo, o termo foi protegido pelos comerciantes, que aproveitam os dados para lançar promoções e atrair clientes.

A data deixou de ser uma referência ao caos urbano e passou a representar o momento em que as lojas “saíam do vermelho” (quando estão em déficit) e passando a “ficar no preto”, ou seja, a obter lucros significativos.

A Black Friday chegou ao Brasil em 2010 e, desde então, cresceu de forma exponencial. No início, havia desconfiança por parte dos consumidores, especialmente em relação à veracidade dos descontos, mas com o passar dos anos, o evento se solidificou como um dado crucial para o comércio.

No entanto, um alerta. O aumento do volume de compras também representa uma oportunidade para golpistas e fraudes digitais.

Compra on line. Foto: Pikist
Compra on line. Foto: Pikist

Outro ponto bastante discutido é o chamado “black fraude”, prática na qual algumas lojas elevam os preços dos produtos antes da Black Friday para simular descontos maiores.

Mas afinal? Vale a pena para quem compra ou para quem vende?

Para falar sobre o assunto, o SRzd conversou com Gisele Gomes, administradora de empresas, empreendedora no universo da moda com uma sólida trajetória no setor industrial e especialista em negócios.

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