Boicotaço contra os EUA: brasileiros reagem a tarifa de Trump
Boicotaço. Uma mobilização virtual tomou força nas redes sociais nesta semana: internautas brasileiros estão convocando um boicote coletivo a produtos e marcas dos Estados Unidos, em resposta à nova tarifa de 50% imposta às exportações brasileiras pelo governo norte-americano. A campanha, apelidada de “boicotaço”, pretende ser iniciada nesta sexta-feira (1º), data em que a taxação […]
PORRedação SRzd30/7/2025|
2 min de leitura
Donald Trump. Foto: Reprodução de TV
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Boicotaço. Uma mobilização virtual tomou força nas redes sociais nesta semana: internautas brasileiros estão convocando um boicote coletivo a produtos e marcas dos Estados Unidos, em resposta à nova tarifa de 50% imposta às exportações brasileiras pelo governo norte-americano.
A campanha, apelidada de “boicotaço”, pretende ser iniciada nesta sexta-feira (1º), data em que a taxação entraria oficialmente em vigor, mas foi alterada pelo presidente americano para sete dias após o decreto publicado hoje.
A proposta é simples: deixar de consumir itens de origem norte-americana como refrigerantes, redes de fast-food, eletrônicos e plataformas de e-commerce. Uma lista com mais de 100 marcas está sendo compartilhada online como referência para os consumidores.
A iniciativa surgiu como reação à decisão anunciada pelo presidente dos EUA, que justificou a medida alegando supostos desequilíbrios comerciais e críticas à atuação do Judiciário brasileiro. A declaração reacendeu tensões diplomáticas e provocou indignação entre setores da população.
Diante do impasse, autoridades brasileiras têm buscado abrir diálogo com o governo dos EUA. Uma comitiva de senadores esteve em Washington nos últimos dias, enquanto o vice-presidente brasileiro tenta viabilizar conversas diplomáticas para amenizar os impactos das novas sanções.
Este não é um movimento inédito. Países como o Canadá já haviam adotado estratégias semelhantes em retaliação a ameaças comerciais vindas de Washington, reforçando o tom de instabilidade nas relações econômicas internacionais.
Boicotaço. Uma mobilização virtual tomou força nas redes sociais nesta semana: internautas brasileiros estão convocando um boicote coletivo a produtos e marcas dos Estados Unidos, em resposta à nova tarifa de 50% imposta às exportações brasileiras pelo governo norte-americano.
A campanha, apelidada de “boicotaço”, pretende ser iniciada nesta sexta-feira (1º), data em que a taxação entraria oficialmente em vigor, mas foi alterada pelo presidente americano para sete dias após o decreto publicado hoje.
A proposta é simples: deixar de consumir itens de origem norte-americana como refrigerantes, redes de fast-food, eletrônicos e plataformas de e-commerce. Uma lista com mais de 100 marcas está sendo compartilhada online como referência para os consumidores.
A iniciativa surgiu como reação à decisão anunciada pelo presidente dos EUA, que justificou a medida alegando supostos desequilíbrios comerciais e críticas à atuação do Judiciário brasileiro. A declaração reacendeu tensões diplomáticas e provocou indignação entre setores da população.
Diante do impasse, autoridades brasileiras têm buscado abrir diálogo com o governo dos EUA. Uma comitiva de senadores esteve em Washington nos últimos dias, enquanto o vice-presidente brasileiro tenta viabilizar conversas diplomáticas para amenizar os impactos das novas sanções.
Este não é um movimento inédito. Países como o Canadá já haviam adotado estratégias semelhantes em retaliação a ameaças comerciais vindas de Washington, reforçando o tom de instabilidade nas relações econômicas internacionais.