Bolsonaro não vai participar das disputas eleitorais de 2020, diz ministro
O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, afirmou que Jair Bolsonaro não deve apoiar candidatos nas eleições municipais de 2020. O novo partido do presidente, o Aliança pelo Brasil, não deve ser regularizado em tempo até a próxima disputa eleitoral. “O presidente não vai botar a mão nessa cumbuca”, disse o ministro, em […]
PORRedação SP28/12/2019|
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Jair Bolsonaro e o vice-presidente General Hamilton Mourão, durante cerimônia de posse aos presidentes dos bancos públicos. Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, afirmou que Jair Bolsonaro não deve apoiar candidatos nas eleições municipais de 2020. O novo partido do presidente, o Aliança pelo Brasil, não deve ser regularizado em tempo até a próxima disputa eleitoral.
“O presidente não vai botar a mão nessa cumbuca”, disse o ministro, em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo. “No Rio, todo mundo fala que o candidato dele é o Crivella. Será?”, questionou, referindo-se ao prefeito Marcelo Crivella.
Ao comentar a saída do PSL, Bolsonaro confirmou recentemente que sua participação nas campanhas de 2020 seria definida pelo entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o novo partido. No entanto, o próprio presidente já havia aceitado que o Aliança pelo Brasil tem apenas “1% de chance” de conseguir ser criado até o fim de março do ano que vem, prazo máximo para conseguir concorrer às eleições. “Por enquanto eu estou livre, estou solteiro. Não vou casar”, afirmou.
A intenção do presidente nos últimos meses, no entanto, era de acelerar o processo e tirar o Aliança do papel a tempo das próximas eleições. Um dos caminhos que Bolsonaro optou foi utilizar sua proximidade com lideranças evangélicas, que pretendiam usar grandes eventos para coagirem fiéis a firmarem a lista e obter as 491 mil assinaturas necessárias para criar a legenda.
O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, afirmou que Jair Bolsonaro não deve apoiar candidatos nas eleições municipais de 2020. O novo partido do presidente, o Aliança pelo Brasil, não deve ser regularizado em tempo até a próxima disputa eleitoral.
“O presidente não vai botar a mão nessa cumbuca”, disse o ministro, em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo. “No Rio, todo mundo fala que o candidato dele é o Crivella. Será?”, questionou, referindo-se ao prefeito Marcelo Crivella.
Ao comentar a saída do PSL, Bolsonaro confirmou recentemente que sua participação nas campanhas de 2020 seria definida pelo entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o novo partido. No entanto, o próprio presidente já havia aceitado que o Aliança pelo Brasil tem apenas “1% de chance” de conseguir ser criado até o fim de março do ano que vem, prazo máximo para conseguir concorrer às eleições. “Por enquanto eu estou livre, estou solteiro. Não vou casar”, afirmou.
A intenção do presidente nos últimos meses, no entanto, era de acelerar o processo e tirar o Aliança do papel a tempo das próximas eleições. Um dos caminhos que Bolsonaro optou foi utilizar sua proximidade com lideranças evangélicas, que pretendiam usar grandes eventos para coagirem fiéis a firmarem a lista e obter as 491 mil assinaturas necessárias para criar a legenda.