Bolsonaro revoga pacto migratório: ‘não é qualquer um que entra em nossa casa’

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O presidente Jair Bolsonaro demonstrou novamente, nesta quarta-feira (09), sua contrariedade ao pacto migratório. Firmado em 2017, o acordo que teve adesão de 181 países (incluindo o Brasil) estabeleceu orientações específicas para o recebimento de imigrantes, com a intenção de preservar o respeito aos direitos humanos sem associar nacionalidades. Pelo Twitter, Bolsonaro publicou uma imagem com seu […]

POR Redação SRzd 9/1/2019| 2 min de leitura

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Jair Bolsonaro. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom - Agencia Brasil

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O presidente Jair Bolsonaro demonstrou novamente, nesta quarta-feira (09), sua contrariedade ao pacto migratório. Firmado em 2017, o acordo que teve adesão de 181 países (incluindo o Brasil) estabeleceu orientações específicas para o recebimento de imigrantes, com a intenção de preservar o respeito aos direitos humanos sem associar nacionalidades.

Pelo Twitter, Bolsonaro publicou uma imagem com seu rosto e declaração sobre a revogação do pacto. “O Brasil é soberano para decidir se aceita ou não migrantes”, afirmou o presidente. “Quem porventura vier para cá deverá estar sujeito às nossas leis, regras e costumes, bem como deverá cantar nosso hino e respeitar nossa cultura”, destacou.

Bolsonaro termina o texto dizendo que “não é qualquer um que entra em nossa casa, nem será qualquer um que entrará no Brasil via pacto adotado por terceiros”. Com letras maiúsculas, o presidente escreveu “Não ao pacto migratório”.

Tom mais suave

Horas depois da publicação sobre o pacto migratório, Jair Bolsonaro retorna ao Twitter para comentar novamente sobre o assunto. Desta vez, o presidente assume um tom menos direto e agressivo do que o adotado texto da imagem compartilhada anteriormente.

“Jamais recusaremos ajuda aos que precisam, mas a imigração não pode ser indiscriminada. É necessário critérios, buscando a melhor solução de acordo com a realidade de cada país. Se controlamos quem deixamos entrar em nossas casas, por que faríamos diferente com o nosso Brasil?”, escreveu o presidente.

Em seguida, Bolsonaro continuou a explicação e relembrou sua campanha eleitoral. “A defesa da soberania nacional foi uma das bandeiras de nossa campanha e será uma prioridade do nosso governo. Os brasileiros e os imigrantes que aqui vivem estarão mais seguros com as regras que definiremos por conta própria, sem pressão do exterior”, afirmou.

O presidente Jair Bolsonaro demonstrou novamente, nesta quarta-feira (09), sua contrariedade ao pacto migratório. Firmado em 2017, o acordo que teve adesão de 181 países (incluindo o Brasil) estabeleceu orientações específicas para o recebimento de imigrantes, com a intenção de preservar o respeito aos direitos humanos sem associar nacionalidades.

Pelo Twitter, Bolsonaro publicou uma imagem com seu rosto e declaração sobre a revogação do pacto. “O Brasil é soberano para decidir se aceita ou não migrantes”, afirmou o presidente. “Quem porventura vier para cá deverá estar sujeito às nossas leis, regras e costumes, bem como deverá cantar nosso hino e respeitar nossa cultura”, destacou.

Bolsonaro termina o texto dizendo que “não é qualquer um que entra em nossa casa, nem será qualquer um que entrará no Brasil via pacto adotado por terceiros”. Com letras maiúsculas, o presidente escreveu “Não ao pacto migratório”.

Tom mais suave

Horas depois da publicação sobre o pacto migratório, Jair Bolsonaro retorna ao Twitter para comentar novamente sobre o assunto. Desta vez, o presidente assume um tom menos direto e agressivo do que o adotado texto da imagem compartilhada anteriormente.

“Jamais recusaremos ajuda aos que precisam, mas a imigração não pode ser indiscriminada. É necessário critérios, buscando a melhor solução de acordo com a realidade de cada país. Se controlamos quem deixamos entrar em nossas casas, por que faríamos diferente com o nosso Brasil?”, escreveu o presidente.

Em seguida, Bolsonaro continuou a explicação e relembrou sua campanha eleitoral. “A defesa da soberania nacional foi uma das bandeiras de nossa campanha e será uma prioridade do nosso governo. Os brasileiros e os imigrantes que aqui vivem estarão mais seguros com as regras que definiremos por conta própria, sem pressão do exterior”, afirmou.

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