Bolsonaro sobre aumento do salário de ministros: ‘Toda população brasileira é quem vai pagar’
O presidente eleito, Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (27) que o aumento nos salários do Poder Judiciário será pago por “toda a população”. “Pergunta para o Temer, pergunta para o Temer. O Temer que decidiu sancionar, tá ok? Quem vai pagar é toda a população brasileira é quem vai pagar. É todo mundo! A minha […]
PORRedação SRzd27/11/2018|
3 min de leitura
Jair Bolsonaro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
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O presidente eleito, Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (27) que o aumento nos salários do Poder Judiciário será pago por “toda a população”.
“Pergunta para o Temer, pergunta para o Temer. O Temer que decidiu sancionar, tá ok? Quem vai pagar é toda a população brasileira é quem vai pagar. É todo mundo! A minha responsabilidade nessa área começa a partir de 1º de janeiro do ano que vem”, declarou Bolsonaro aos jornalistas em entrevista coletiva concedida no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede do governo provisório.
No mesmo dia, o ministro da Suprema Corte Luiz Fux revogou o auxílio-moradia para juízes, integrantes do Ministério Público, Defensorias Públicas e tribunais de contas. Uma contrapartida negociada pelos magistrados do Supremo para assegurar o aumento salarial. A ideia é que o fim do pagamento do benefício compense o reajuste.
Segundo o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, o impacto nas contas públicas será de pelo menos R$ 1,65 bilhão. Ele esteve reunido nesta manhã com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.
Ex-diretor do Dnit é indicado para Ministério da Infraestrutura
Como tem feito no anúncio de todos os futuros ministros, Bolsonaro usou sua conta no Twitter para confirmar a indicação de Tarcísio Gomes de Freitas para o Ministério da Infraestrutura. A nova pasta vai abranger os setores de transporte aéreo, terrestre e aquaviário.
Tarcísio Gomes de Freitas foi nomeado diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura Transporte (DNIT) em meados de 2011, após a “faxina ética” determinada pela então presidente Dilma Rousseff no órgão, que passava por uma crise provocada por denúncias de corrupção.
Gomes de Freitas iniciou a carreira no Exército, mas acabou ingressando, por concurso, no quadro de auditores da Controladoria-Geral da União (CGU). É formado em Engenharia Civil pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e atuou como engenheiro da Companhia de Engenharia Brasileira na Missão de Paz no Haiti.
Ele entrou no DNIT como braço-direito do então diretor-geral Jorge Ernesto Pinto Fraxe, general do Exército, formado engenheiro na Academia Militar de Agulhas Negras. O general ocupou diversos postos na área de engenharia, em várias regiões do país, sempre como comandante de destacamentos de engenharia de construção. Gomes de Freitas substituiu o general em setembro de 2011, depois que ele voluntariamente se demitiu.
O presidente eleito, Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (27) que o aumento nos salários do Poder Judiciário será pago por “toda a população”.
“Pergunta para o Temer, pergunta para o Temer. O Temer que decidiu sancionar, tá ok? Quem vai pagar é toda a população brasileira é quem vai pagar. É todo mundo! A minha responsabilidade nessa área começa a partir de 1º de janeiro do ano que vem”, declarou Bolsonaro aos jornalistas em entrevista coletiva concedida no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede do governo provisório.
No mesmo dia, o ministro da Suprema Corte Luiz Fux revogou o auxílio-moradia para juízes, integrantes do Ministério Público, Defensorias Públicas e tribunais de contas. Uma contrapartida negociada pelos magistrados do Supremo para assegurar o aumento salarial. A ideia é que o fim do pagamento do benefício compense o reajuste.
Segundo o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, o impacto nas contas públicas será de pelo menos R$ 1,65 bilhão. Ele esteve reunido nesta manhã com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.
Ex-diretor do Dnit é indicado para Ministério da Infraestrutura
Como tem feito no anúncio de todos os futuros ministros, Bolsonaro usou sua conta no Twitter para confirmar a indicação de Tarcísio Gomes de Freitas para o Ministério da Infraestrutura. A nova pasta vai abranger os setores de transporte aéreo, terrestre e aquaviário.
Tarcísio Gomes de Freitas foi nomeado diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura Transporte (DNIT) em meados de 2011, após a “faxina ética” determinada pela então presidente Dilma Rousseff no órgão, que passava por uma crise provocada por denúncias de corrupção.
Gomes de Freitas iniciou a carreira no Exército, mas acabou ingressando, por concurso, no quadro de auditores da Controladoria-Geral da União (CGU). É formado em Engenharia Civil pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e atuou como engenheiro da Companhia de Engenharia Brasileira na Missão de Paz no Haiti.
Ele entrou no DNIT como braço-direito do então diretor-geral Jorge Ernesto Pinto Fraxe, general do Exército, formado engenheiro na Academia Militar de Agulhas Negras. O general ocupou diversos postos na área de engenharia, em várias regiões do país, sempre como comandante de destacamentos de engenharia de construção. Gomes de Freitas substituiu o general em setembro de 2011, depois que ele voluntariamente se demitiu.