Boris Casoy diz que não se arrepende de ter apoiado o golpe militar de 1964
Bastidores. O jornalista Boris Casoy afirmou que não se arrepende de ter apoiado o golpe militar de 1964, que derrubou o presidente João Goulart e deu início à ditadura militar no Brasil. A declaração foi feita em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, publicada no último domingo (31). Ao ser questionado […]
Bastidores. O jornalista Boris Casoy afirmou que não se arrepende de ter apoiado o golpe militar de 1964, que derrubou o presidente João Goulart e deu início à ditadura militar no Brasil. A declaração foi feita em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, publicada no último domingo (31).
Ao ser questionado sobre sua posição à época, Casoy justificou o apoio ao movimento militar citando o contexto da Guerra Fria e a influência da história de sua família, que deixou a então União Soviética. Segundo ele, havia temor de que o Brasil seguisse um caminho semelhante ao de regimes comunistas.
O jornalista também afirmou que via riscos políticos no governo de João Goulart e mencionou a atuação de movimentos de esquerda no país durante aquele período. Além disso, contestou a interpretação de que grupos armados que atuaram contra a ditadura lutavam pela democracia, afirmando que buscavam implantar outro modelo de regime.
Apesar de manter sua avaliação sobre o golpe, Casoy destacou que posteriormente passou a defender a redemocratização do país. “Mais tarde, apoiei a volta da democracia, mas não me arrependo”, declarou.
Durante a entrevista, o apresentador se definiu como alguém de “centro-direita” e afirmou defender uma postura liberal, ressaltando que respeita diferentes correntes políticas e procura separar posições ideológicas da administração cotidiana de um governo.
Aos 85 anos, Boris Casoy retornou nesta segunda-feira (1º) ao Grupo Silvio Santos como comentarista político do SBT News. O programa “Jornal do Boris”, exibido desde 2020 no YouTube, passa a ser transmitido simultaneamente pelo canal de notícias de segunda a sexta-feira.
O retorno marca também a celebração dos 70 anos de carreira do jornalista, que iniciou sua trajetória profissional aos 15 anos e acumulou passagens por veículos como Folha de S.Paulo, SBT, Record, Band, RedeTV! e CNN Brasil.
Bastidores. O jornalista Boris Casoy afirmou que não se arrepende de ter apoiado o golpe militar de 1964, que derrubou o presidente João Goulart e deu início à ditadura militar no Brasil. A declaração foi feita em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, publicada no último domingo (31).
Ao ser questionado sobre sua posição à época, Casoy justificou o apoio ao movimento militar citando o contexto da Guerra Fria e a influência da história de sua família, que deixou a então União Soviética. Segundo ele, havia temor de que o Brasil seguisse um caminho semelhante ao de regimes comunistas.
O jornalista também afirmou que via riscos políticos no governo de João Goulart e mencionou a atuação de movimentos de esquerda no país durante aquele período. Além disso, contestou a interpretação de que grupos armados que atuaram contra a ditadura lutavam pela democracia, afirmando que buscavam implantar outro modelo de regime.
Apesar de manter sua avaliação sobre o golpe, Casoy destacou que posteriormente passou a defender a redemocratização do país. “Mais tarde, apoiei a volta da democracia, mas não me arrependo”, declarou.
Durante a entrevista, o apresentador se definiu como alguém de “centro-direita” e afirmou defender uma postura liberal, ressaltando que respeita diferentes correntes políticas e procura separar posições ideológicas da administração cotidiana de um governo.
Aos 85 anos, Boris Casoy retornou nesta segunda-feira (1º) ao Grupo Silvio Santos como comentarista político do SBT News. O programa “Jornal do Boris”, exibido desde 2020 no YouTube, passa a ser transmitido simultaneamente pelo canal de notícias de segunda a sexta-feira.
O retorno marca também a celebração dos 70 anos de carreira do jornalista, que iniciou sua trajetória profissional aos 15 anos e acumulou passagens por veículos como Folha de S.Paulo, SBT, Record, Band, RedeTV! e CNN Brasil.