Bruno Henrique, do Flamengo, vira réu por crime de estelionato

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Futebol. A Terceira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) acolheu, na tarde desta quinta-feira (4), recurso do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que pedia que o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, se torna-se réu por estelionato. O recurso foi aprovado por unanimidade. Além dele, o irmão […]

POR Redação SRzd 4/12/2025| 2 min de leitura

Bruno Henrique

Bruno Henrique. Reprodução de vídeo

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Futebol. A Terceira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) acolheu, na tarde desta quinta-feira (4), recurso do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que pedia que o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, se torna-se réu por estelionato.

O recurso foi aprovado por unanimidade.

Além dele, o irmão Wander Nunes Pinto Júnior, a cunhada do atleta, Ludymilla Araújo Lima e outras seis pessoas viraram réus pelo mesmo crime. Se condenados, eles podem receber pena de um a cinco anos de prisão.

O relator, desembargador Demétrius Gomes, afirmou que a comunicação sobre o caso, feita pela International Betting Integrity Agency (IBIA), associação internacional da integridade de apostas, tem capacidade de representação das casas de apostas.

“As empresas vítimas demonstraram interesse na punição dos investigados. Essa colaboração ativa e tempestiva afasta qualquer argumento de inércia da representação”,  resumiu o desembargador.

No início de novembro, Bruno Henrique já havia sido julgado e condenado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O tribunal, porém, decidiu que o atacante teria apenas de pagar uma multa, sendo liberado para jogar, mesmo tendo pelo a pena máxima (24 jogos).

Bruno Henrique é acusado de agir deliberadamente para receber um cartão em uma partida contra o Santos, pelo Brasileirão de 2023, em Brasília. O ato beneficiou o irmão e outros apostadores, que cadastraram palpites de que o atacante de fato seria advertido na partida, o que acabou acontecendo.

Rodapé - brasil

Futebol. A Terceira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) acolheu, na tarde desta quinta-feira (4), recurso do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que pedia que o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, se torna-se réu por estelionato.

O recurso foi aprovado por unanimidade.

Além dele, o irmão Wander Nunes Pinto Júnior, a cunhada do atleta, Ludymilla Araújo Lima e outras seis pessoas viraram réus pelo mesmo crime. Se condenados, eles podem receber pena de um a cinco anos de prisão.

O relator, desembargador Demétrius Gomes, afirmou que a comunicação sobre o caso, feita pela International Betting Integrity Agency (IBIA), associação internacional da integridade de apostas, tem capacidade de representação das casas de apostas.

“As empresas vítimas demonstraram interesse na punição dos investigados. Essa colaboração ativa e tempestiva afasta qualquer argumento de inércia da representação”,  resumiu o desembargador.

No início de novembro, Bruno Henrique já havia sido julgado e condenado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O tribunal, porém, decidiu que o atacante teria apenas de pagar uma multa, sendo liberado para jogar, mesmo tendo pelo a pena máxima (24 jogos).

Bruno Henrique é acusado de agir deliberadamente para receber um cartão em uma partida contra o Santos, pelo Brasileirão de 2023, em Brasília. O ato beneficiou o irmão e outros apostadores, que cadastraram palpites de que o atacante de fato seria advertido na partida, o que acabou acontecendo.

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