Calamidade! Cidades brasileiras contabilizam mortos após chuvas
Chuvas. Ao menos 22 pessoas morreram na Zona da Mata mineira em decorrência dos temporais que atingiram a região. Em Juiz de Fora, foram contabilizados, até então, 16 óbitos em diferentes pontos da cidade. Já em Ubá, há 100 km de distância, o número de mortos chegou a 6. Após decretar estado de calamidade pública, […]
Chuvas. Ao menos 22 pessoas morreram na Zona da Mata mineira em decorrência dos temporais que atingiram a região.
Em Juiz de Fora, foram contabilizados, até então, 16 óbitos em diferentes pontos da cidade. Já em Ubá, há 100 km de distância, o número de mortos chegou a 6.
Após decretar estado de calamidade pública, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, disse, nas redes sociais, que a cidade teve 584 milímetros de chuvas acumuladas, o que faz do mês de fevereiro o mais chuvoso da história do município mineiro, com volume superior ao dobro do esperado para o mês.
As creches e escolas municipais estão com as aulas suspensas.
A recomendação do Corpo de Bombeiros é evitar sair de casa e fazer deslocamentos desnecessários.
Em nota, a Defesa Civil registrou, até o momento, 440 pessoas desabrigadas e recebendo apoio para acolhimento e acomodação provisória. Ao todo, foram registradas mais de 200 ocorrências.
Waldite Pires Benites, de 85 anos, morreu afogada em São João de Meriti, na Rio de Janeiro, após o muro de sua casa ceder e atingir o imóvel durante as fortes chuvas que atingiram o município nesta segunda-feira (23). Na cidade, pelo menos 600 pessoas estão desalojadas em consequência do temporal.
Com o temporal que atinge a região, o município entrou no estágio 5, nível máximo de alerta em uma escala que vai até cinco. Sirenes foram acionadas nos bairros Venda Velha, Travessa Itacaré e Coelho da Rocha.
Segundo o Centro de Monitoramento e Operações da Defesa Civil, o maior volume de chuva em 24 horas foi registrado no bairro Venda Velha, onde o acumulado chegou a 105,4 milímetros.
Nos demais bairros, os índices variaram: Coelho da Rocha teve 4,8 mm; Jardim Metrópole, 5,8 mm; Agostinho Porto, 15,8 mm; Jardim Sumaré, 43,0 mm; São Mateus, 29,6 mm; e Travessa Itacaré, 34,4 mm.
O litoral do estado de São Paulo foi fortemente atingido por uma tempestade que provocou desabamentos, deslizamentos e desabrigados nas últimas 24h em várias cidades.
Peruíbe é o município mais atingido com 56 milímetros (mm) de água acumulados em um dia. A cidade teve alagamentos e mais de trezentas pessoas desabrigadas, além de cerca de 100 desalojadas. Não há vítimas.
Nos últimos três dias, a cidade teve mais de 280 milímetros de chuva acumulados, segundo a Defesa Civil. A prefeitura decretou situação de emergência.
Caraguatatuba também recebeu grande quantidade de chuvas e vendavais. Há vários pontos de alagamento em vias públicas e 12 imóveis foram afetados. No entanto, não há desalojados, desabrigados e vítimas.
A cidade de Ilhabela, que também teve muita chuva e vendavais, registrou deslizamento de terra e falta de energia elétrica durante algumas horas. Não há vítimas ou desabrigados.
Em Guarujá, houve queda de árvores e deslizamentos. Mongaguá sofreu com transbordamento de rios e várias ruas inundaram. Cerca de 800 imóveis foram afetados.
Ubatuba, que teve duas mortes na noite de sábado devido a um naufrágio provocado pelo mau tempo, sofreu nas últimas 24 horas com deslizamentos, queda de árvores, alagamento de rodovia, enxurradas e transbordamento de córregos.
Ao todo, 407 casas e quatro escolas foram afetadas. A cidade tem seis pessoas desalojadas. O município recebeu 54 milímetros de água acumulados em um dia.
Chuvas. Ao menos 22 pessoas morreram na Zona da Mata mineira em decorrência dos temporais que atingiram a região.
Em Juiz de Fora, foram contabilizados, até então, 16 óbitos em diferentes pontos da cidade. Já em Ubá, há 100 km de distância, o número de mortos chegou a 6.
Após decretar estado de calamidade pública, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, disse, nas redes sociais, que a cidade teve 584 milímetros de chuvas acumuladas, o que faz do mês de fevereiro o mais chuvoso da história do município mineiro, com volume superior ao dobro do esperado para o mês.
As creches e escolas municipais estão com as aulas suspensas.
A recomendação do Corpo de Bombeiros é evitar sair de casa e fazer deslocamentos desnecessários.
Em nota, a Defesa Civil registrou, até o momento, 440 pessoas desabrigadas e recebendo apoio para acolhimento e acomodação provisória. Ao todo, foram registradas mais de 200 ocorrências.
Waldite Pires Benites, de 85 anos, morreu afogada em São João de Meriti, na Rio de Janeiro, após o muro de sua casa ceder e atingir o imóvel durante as fortes chuvas que atingiram o município nesta segunda-feira (23). Na cidade, pelo menos 600 pessoas estão desalojadas em consequência do temporal.
Com o temporal que atinge a região, o município entrou no estágio 5, nível máximo de alerta em uma escala que vai até cinco. Sirenes foram acionadas nos bairros Venda Velha, Travessa Itacaré e Coelho da Rocha.
Segundo o Centro de Monitoramento e Operações da Defesa Civil, o maior volume de chuva em 24 horas foi registrado no bairro Venda Velha, onde o acumulado chegou a 105,4 milímetros.
Nos demais bairros, os índices variaram: Coelho da Rocha teve 4,8 mm; Jardim Metrópole, 5,8 mm; Agostinho Porto, 15,8 mm; Jardim Sumaré, 43,0 mm; São Mateus, 29,6 mm; e Travessa Itacaré, 34,4 mm.
O litoral do estado de São Paulo foi fortemente atingido por uma tempestade que provocou desabamentos, deslizamentos e desabrigados nas últimas 24h em várias cidades.
Peruíbe é o município mais atingido com 56 milímetros (mm) de água acumulados em um dia. A cidade teve alagamentos e mais de trezentas pessoas desabrigadas, além de cerca de 100 desalojadas. Não há vítimas.
Nos últimos três dias, a cidade teve mais de 280 milímetros de chuva acumulados, segundo a Defesa Civil. A prefeitura decretou situação de emergência.
Caraguatatuba também recebeu grande quantidade de chuvas e vendavais. Há vários pontos de alagamento em vias públicas e 12 imóveis foram afetados. No entanto, não há desalojados, desabrigados e vítimas.
A cidade de Ilhabela, que também teve muita chuva e vendavais, registrou deslizamento de terra e falta de energia elétrica durante algumas horas. Não há vítimas ou desabrigados.
Em Guarujá, houve queda de árvores e deslizamentos. Mongaguá sofreu com transbordamento de rios e várias ruas inundaram. Cerca de 800 imóveis foram afetados.
Ubatuba, que teve duas mortes na noite de sábado devido a um naufrágio provocado pelo mau tempo, sofreu nas últimas 24 horas com deslizamentos, queda de árvores, alagamento de rodovia, enxurradas e transbordamento de córregos.
Ao todo, 407 casas e quatro escolas foram afetadas. A cidade tem seis pessoas desalojadas. O município recebeu 54 milímetros de água acumulados em um dia.