Caminhoneiros estão proibidos de fechar rodovias federais, decide Justiça

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A Justiça proibiu caminhoneiros de bloquearem rodovias federais durante o movimento grevista, previsto para começar na segunda-feira (1). A decisão afeta rodovias que ligam o Porto de Santos (SP) e Porto de Suape (PE), além de pistas nos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Santa Catarina e Goiás. O acórdão é […]

POR Redação SRzd 31/10/2021| 2 min de leitura

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Caminhoneiros estacionados. Foto: Thiago Gomes/Fotos Públicas

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A Justiça proibiu caminhoneiros de bloquearem rodovias federais durante o movimento grevista, previsto para começar na segunda-feira (1). A decisão afeta rodovias que ligam o Porto de Santos (SP) e Porto de Suape (PE), além de pistas nos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Santa Catarina e Goiás.

O acórdão é da juíza federal substituta, Marina Sabino Coutinho, da 1° Vara de São Vicente e do juiz federal, Bruno Teixeira de Castro, da 2° Vara Federal Cível de Goiás. Em caso de descumprimento as multas poderão variar entre R$ 10 mil e R$ 1 milhão.

Embora a decisão da Justiça tenha saído neste sábado (30), líderes da categoria já informaram que não pretendem fechar rodovias nesta manifestação. Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, a manifestação não irá interferir o direito de ir e vir da população.

“A orientação é sempre a mesma: não fechar rodovias. Arrumar um local adequado para ficar parado ou ficar em casa. A orientação é não fechar rodovias para não prejudicar o direito de ir e vir de ninguém”, disse Chorão, como é conhecido, ao UOL .

O diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL), Carlos Alberto Litti Dahmer, no entanto, contesta a decisão e diz acreditar em uma manobra do governo para reduzir a adesão da categoria.

Caminhoneiros entrarão em greve a partir de 1° de novembro, com pedidos de redução no valor do diesel e atendimento a outras demandas da categoria. A manifestação teve der como foco principal o Porto de Santos, segundo lideranças dos caminhoneiros autônomos.

Alguns líderes ainda tentam convencer taxistas, motoristas de aplicativo e funcionários de portos a aderirem à greve. Centrais Sindicais já se colocaram favoráveis à paralisação.

A Justiça proibiu caminhoneiros de bloquearem rodovias federais durante o movimento grevista, previsto para começar na segunda-feira (1). A decisão afeta rodovias que ligam o Porto de Santos (SP) e Porto de Suape (PE), além de pistas nos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Santa Catarina e Goiás.

O acórdão é da juíza federal substituta, Marina Sabino Coutinho, da 1° Vara de São Vicente e do juiz federal, Bruno Teixeira de Castro, da 2° Vara Federal Cível de Goiás. Em caso de descumprimento as multas poderão variar entre R$ 10 mil e R$ 1 milhão.

Embora a decisão da Justiça tenha saído neste sábado (30), líderes da categoria já informaram que não pretendem fechar rodovias nesta manifestação. Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, a manifestação não irá interferir o direito de ir e vir da população.

“A orientação é sempre a mesma: não fechar rodovias. Arrumar um local adequado para ficar parado ou ficar em casa. A orientação é não fechar rodovias para não prejudicar o direito de ir e vir de ninguém”, disse Chorão, como é conhecido, ao UOL .

O diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL), Carlos Alberto Litti Dahmer, no entanto, contesta a decisão e diz acreditar em uma manobra do governo para reduzir a adesão da categoria.

Caminhoneiros entrarão em greve a partir de 1° de novembro, com pedidos de redução no valor do diesel e atendimento a outras demandas da categoria. A manifestação teve der como foco principal o Porto de Santos, segundo lideranças dos caminhoneiros autônomos.

Alguns líderes ainda tentam convencer taxistas, motoristas de aplicativo e funcionários de portos a aderirem à greve. Centrais Sindicais já se colocaram favoráveis à paralisação.

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