Cão Orelha: MP aponta inconsistências e pode pedir exumação do animal
Desdobramentos. O caso do Cão Orelha, que chocou o Brasil, ganha novos capítulos após o Ministério Público de Santa Catarina apontar algumas inconsistências. De acordo com reportagem exibida pelo Fantástico, na noite deste domingo (8), há elementos na investigação que precisam ser resolvidos para esclarecer o caso. Segundo o promotor de Justiça MP/SC, Sandro Souza, […]
PORRedação SRzd9/2/2026|
2 min de leitura
Cão Orelha. Foto: Reprodução de TV
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Desdobramentos. O caso do Cão Orelha, que chocou o Brasil, ganha novos capítulos após o Ministério Público de Santa Catarina apontar algumas inconsistências.
De acordo com reportagem exibida pelo Fantástico, na noite deste domingo (8), há elementos na investigação que precisam ser resolvidos para esclarecer o caso.
Segundo o promotor de Justiça MP/SC, Sandro Souza, o pedido de exumação do animal não é descartado.
Foram observadas algumas lacunas que precisam ser supridas. Pode se apresentar necessária, inclusive, a exumação do corpo do cão orelha. E a partir daí podemos ter uma conclusão mais satisfatória do ocorrido”, explicou ele.
A Polícia Civil analisou mais de 1 mil horas de filmagens na região, em 14 equipamentos que captaram imagens e ouviu ao menos 24 testemunhas.
Na investigação, os maus-tratos ao cachorro que foi morto na Praia Brava, em Florianópolis, foram atribuidos a um adolescente, que teve pedido de internação. Além disso, foram indiciados três adultos por coação a testemunha.
Os nomes dos suspeitos não foram divulgados, já que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante que todos os processos que envolvem menores de 18 anos sejam mantidos em sigilo total.
A polícia afirmou que não houve a elaboração de um laudo pericial específico para determinar com base nas imagens o momento das agressões. Mas o depoimento do veterinário que atendeu Orelha foi essencial para apontar que o cão teria sido atingido por um instrumento contundente.
Tanto a 10ª Promotoria de Justiça da Capital, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça da Capital, da área criminal, veem necessidade de novas diligências.
O MP não tem prazo para se manifestar sobre o relatório que recebeu da Polícia Civil na última terça-feira (3), mas já afirmou que vai pedir diligências complementares para aprofundar o caso.
Desdobramentos. O caso do Cão Orelha, que chocou o Brasil, ganha novos capítulos após o Ministério Público de Santa Catarina apontar algumas inconsistências.
De acordo com reportagem exibida pelo Fantástico, na noite deste domingo (8), há elementos na investigação que precisam ser resolvidos para esclarecer o caso.
Segundo o promotor de Justiça MP/SC, Sandro Souza, o pedido de exumação do animal não é descartado.
Foram observadas algumas lacunas que precisam ser supridas. Pode se apresentar necessária, inclusive, a exumação do corpo do cão orelha. E a partir daí podemos ter uma conclusão mais satisfatória do ocorrido”, explicou ele.
A Polícia Civil analisou mais de 1 mil horas de filmagens na região, em 14 equipamentos que captaram imagens e ouviu ao menos 24 testemunhas.
Na investigação, os maus-tratos ao cachorro que foi morto na Praia Brava, em Florianópolis, foram atribuidos a um adolescente, que teve pedido de internação. Além disso, foram indiciados três adultos por coação a testemunha.
Os nomes dos suspeitos não foram divulgados, já que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante que todos os processos que envolvem menores de 18 anos sejam mantidos em sigilo total.
A polícia afirmou que não houve a elaboração de um laudo pericial específico para determinar com base nas imagens o momento das agressões. Mas o depoimento do veterinário que atendeu Orelha foi essencial para apontar que o cão teria sido atingido por um instrumento contundente.
Tanto a 10ª Promotoria de Justiça da Capital, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça da Capital, da área criminal, veem necessidade de novas diligências.
O MP não tem prazo para se manifestar sobre o relatório que recebeu da Polícia Civil na última terça-feira (3), mas já afirmou que vai pedir diligências complementares para aprofundar o caso.