Cardápio de luxo e Viagra: deputados acionam MP contra Forças Armadas

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Os deputados Federais Elias Vaz e Marcelo Freixo, ambos da bancada do PSB, anunciaram que pretendem acionar o Ministério Público Federal, em decorrência das suspeitas de superfaturamento na compra de 35 mil comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas. Levantamento feito pelos dois parlamentares apontou um pagamento de até 143% acima do preço de mercado do item. A aquisição […]

POR Redação SRzd 11/4/2022| 2 min de leitura

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Viagra. Foto: Divulgação

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Os deputados Federais Elias Vaz e Marcelo Freixo, ambos da bancada do PSB, anunciaram que pretendem acionar o Ministério Público Federal, em decorrência das suspeitas de superfaturamento na compra de 35 mil comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas.

Levantamento feito pelos dois parlamentares apontou um pagamento de até 143% acima do preço de mercado do item. A aquisição se deu através de processo iniciado em 2020, onde a compra dos comprimidos pela Marinha, principal comprador, custou R$ 3,65 a unidade.

Um outro processo de aquisição, pelo Exército, no mesmo ano, apontou para um valor menor; R$ 1,50 cada capsula. Os deputados questionam o motivo da força naval ter comprado o mesmo produto por um valor muito superior.

“Além de gastar dinheiro público com Viagra, tudo indica que o governo Bolsonaro ainda comprou acima do preço de mercado. O Congresso Nacional e a toda a sociedade merecem uma explicação”, declarou Elias Vaz, que também foi autor de um requerimento ao Ministério da Defesa sobre as causas da compra da medicação, oferecida no mercado como um remédio para impotência sexual masculina.

“Estamos em um momento de falta de insulina nas unidades básicas de saúde em todos o país, uma medicação que serve para combater uma doença crônica em pessoas que dependem daquilo até para manter a própria vida. Mas, ao mesmo tempo, o governo prefere gastar dinheiro com Viagra”, completou o deputado do estado de Goiás.

A compra de estimulante sexual foi descoberta menos de uma semana depois de ir a público a aquisição de R$ 25 milhões em filé mignon, picanha e lombo de bacalhau, entre outras iguarias, para os órgãos de defesa.

No ano anterior, a bancada do PSB ainda abriu representação na Procuradoria-Geral da República por
conta dos gastos do Exército com grandes quantidades de leite condensado, bem como por garrafas de cerveja com especificação de marcas importadas, como Heineken e Stella Artois.

Leia também:

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Os deputados Federais Elias Vaz e Marcelo Freixo, ambos da bancada do PSB, anunciaram que pretendem acionar o Ministério Público Federal, em decorrência das suspeitas de superfaturamento na compra de 35 mil comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas.

Levantamento feito pelos dois parlamentares apontou um pagamento de até 143% acima do preço de mercado do item. A aquisição se deu através de processo iniciado em 2020, onde a compra dos comprimidos pela Marinha, principal comprador, custou R$ 3,65 a unidade.

Um outro processo de aquisição, pelo Exército, no mesmo ano, apontou para um valor menor; R$ 1,50 cada capsula. Os deputados questionam o motivo da força naval ter comprado o mesmo produto por um valor muito superior.

“Além de gastar dinheiro público com Viagra, tudo indica que o governo Bolsonaro ainda comprou acima do preço de mercado. O Congresso Nacional e a toda a sociedade merecem uma explicação”, declarou Elias Vaz, que também foi autor de um requerimento ao Ministério da Defesa sobre as causas da compra da medicação, oferecida no mercado como um remédio para impotência sexual masculina.

“Estamos em um momento de falta de insulina nas unidades básicas de saúde em todos o país, uma medicação que serve para combater uma doença crônica em pessoas que dependem daquilo até para manter a própria vida. Mas, ao mesmo tempo, o governo prefere gastar dinheiro com Viagra”, completou o deputado do estado de Goiás.

A compra de estimulante sexual foi descoberta menos de uma semana depois de ir a público a aquisição de R$ 25 milhões em filé mignon, picanha e lombo de bacalhau, entre outras iguarias, para os órgãos de defesa.

No ano anterior, a bancada do PSB ainda abriu representação na Procuradoria-Geral da República por
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