Careca do INSS é preso em operação contra esquema de fraudes
Fraudes no INSS. A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (12), Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em uma nova operação contra suspeitos de envolvimento nas fraudes em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). O empresário Maurício Camisotti, suspeitos de articular as fraudes, também foi detido na Operação Cambota, […]
PORRedação SRzd12/9/2025|
2 min de leitura
Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". Foto: Reprodução de vídeo
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Fraudes no INSS. A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (12), Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em uma nova operação contra suspeitos de envolvimento nas fraudes em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
O empresário Maurício Camisotti, suspeitos de articular as fraudes, também foi detido na Operação Cambota, que é um desdobramento da Operação Sem Desconto.
Por ordem do ministro André Mendonça, do STF, a medida ocorre após irregularidades no INSS serem descobertas pela Controladoria Geral da União (CGU) e pela Polícia Federal (PF).
As investigações mostram que integrantes do instituto e de associações desviaram até R$ 6,3 bilhões, entre 2019 e 2024, em recursos de aposentados e pensionistas por meio da folha de pagamento.
As vítimas da fraude tiveram descontos não autorizados em seus benefícios e grande parte dos valores foi destinada a ex-integrantes do INSS. Segundo a PF, esses desvios teriam sido intermediados por Antônio Carlos Camilo Antunes, que é apontado como figura central e principal operador do esquema de repasses irregulares.
Segundo representação da PF entregue à Justiça, o “Careca do INSS” movimentou R$ 53,5 milhões provenientes de entidades sindicais e de empresas relacionadas às associações entre os anos de 2019 e 2024.
Levado para a Superintendência do Distrito Federal, ele aparece no relatório como sócio de 21 empresas, sendo que ao menos quatro delas estão envolvidas e são utilizadas na “farra do INSS”.
Os investigadores analisaram transações financeiras das entidades e também de dirigentes para mapear o possível rastro dos valores desviados.
Agentes cumprem dois mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados de São Paulo e no Distrito Federal.
Já Camisotti é apontado como um sócio oculto de uma entidade e beneficiário das fraudes na Previdência.
Fraudes no INSS. A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (12), Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em uma nova operação contra suspeitos de envolvimento nas fraudes em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
O empresário Maurício Camisotti, suspeitos de articular as fraudes, também foi detido na Operação Cambota, que é um desdobramento da Operação Sem Desconto.
Por ordem do ministro André Mendonça, do STF, a medida ocorre após irregularidades no INSS serem descobertas pela Controladoria Geral da União (CGU) e pela Polícia Federal (PF).
As investigações mostram que integrantes do instituto e de associações desviaram até R$ 6,3 bilhões, entre 2019 e 2024, em recursos de aposentados e pensionistas por meio da folha de pagamento.
As vítimas da fraude tiveram descontos não autorizados em seus benefícios e grande parte dos valores foi destinada a ex-integrantes do INSS. Segundo a PF, esses desvios teriam sido intermediados por Antônio Carlos Camilo Antunes, que é apontado como figura central e principal operador do esquema de repasses irregulares.
Segundo representação da PF entregue à Justiça, o “Careca do INSS” movimentou R$ 53,5 milhões provenientes de entidades sindicais e de empresas relacionadas às associações entre os anos de 2019 e 2024.
Levado para a Superintendência do Distrito Federal, ele aparece no relatório como sócio de 21 empresas, sendo que ao menos quatro delas estão envolvidas e são utilizadas na “farra do INSS”.
Os investigadores analisaram transações financeiras das entidades e também de dirigentes para mapear o possível rastro dos valores desviados.
Agentes cumprem dois mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados de São Paulo e no Distrito Federal.
Já Camisotti é apontado como um sócio oculto de uma entidade e beneficiário das fraudes na Previdência.