Casal é espancado após reclamar de taxa extra por cadeiras em praia
Confusão e agressão. Um casal vindo de Mato Grosso relatou ter sido atacado por um grupo numeroso de comerciantes após uma discussão sobre a cobrança pelo uso de cadeiras e guarda-sol em uma praia de Porto de Galinhas, no litoral sul de Pernambuco. Segundo as vítimas, o valor combinado inicialmente era de R$ 50, mas, […]
PORRedação SRzd29/12/2025|
3 min de leitura
Casal é espancado após reclamar de taxa extra por cadeiras em praia. Foto: Reprodução de vídeos
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Confusão e agressão. Um casal vindo de Mato Grosso relatou ter sido atacado por um grupo numeroso de comerciantes após uma discussão sobre a cobrança pelo uso de cadeiras e guarda-sol em uma praia de Porto de Galinhas, no litoral sul de Pernambuco.
Segundo as vítimas, o valor combinado inicialmente era de R$ 50, mas, no momento do pagamento, a quantia exigida teria subido para R$ 80, o que deu início ao conflito.
O empresário Johnny Andrade contou que a situação saiu rapidamente do controle e resultou em agressões físicas.
Em vídeo, o rapaz descreveu a violência sofrida.
“Meu rosto está completamente danificado, toda lateral do meu corpo está machucada porque eles bateram muito em mim (…) Tinha aproximadamente uns 30 [agressores] nesse momento”, afirmou ao lembrar que o primeiro golpe veio com uma cadeira arremessada contra o rosto, seguida de uma série de chutes e socos.
“A gente fez o exame de de Raio-X, fizemos na em toda face, toda a lateral do meu corpo, porque está todo dolorido, porque eu levei vários pontapés. Aí a médica pegou o o Raio-X, olhou e falou: ‘não quebrou nada, está tudo ok, aparentemente’, ela olhou os exames, passou os medicamentos e liberou. Mas o meu rosto está todo danificado. Se a gente não conseguisse escapar deles [agressores], eles iriam matar a gente. Eu vi a morte na nossa frente”, disse ele, ao G1
Johnny estava acompanhado do companheiro, Cleiton Zanatta, que também foi atacado. Ambos precisaram ser retirados do local com ajuda de salva-vidas.
De acordo com o casal, mesmo após serem afastados, ainda sofreram novas agressões. Eles relataram que não havia ambulância disponível e precisaram custear o deslocamento até unidades de saúde por conta própria.
Após exames e atendimento médico, retornaram à delegacia para registrar ocorrência e recuperar pertences. Eles também contaram que, mesmo após a agressão, tiveram de efetuar um pagamento via Pix à responsável pela barraca.
A Polícia Civil de Pernambuco registrou a ocorrência como lesão corporal e afirmou que a identificação dos agressores é tratada como prioridade.
Com a repercussão do caso nas redes sociais, a Prefeitura de Ipojuca divulgou nota afirmando que o caso é grave e incompatível com os princípios do destino turístico. Em comunicado, declarou que “repudia e lamenta o episódio ocorrido em Porto de Galinhas” e que “os órgãos competentes já apuram o ocorrido para identificar os envolvidos e adotar as medidas legais cabíveis”.
A gestão também informou que equipes da Guarda Municipal e salva-vidas atuaram para conter a situação.
nem ferrando que isso aqui foi somente por eles se negarem a pagar a MAIS pelas barracas… essas agressões foram, também, por homofobia, isso sim. https://t.co/UcgebFx2Pa
Confusão e agressão. Um casal vindo de Mato Grosso relatou ter sido atacado por um grupo numeroso de comerciantes após uma discussão sobre a cobrança pelo uso de cadeiras e guarda-sol em uma praia de Porto de Galinhas, no litoral sul de Pernambuco.
Segundo as vítimas, o valor combinado inicialmente era de R$ 50, mas, no momento do pagamento, a quantia exigida teria subido para R$ 80, o que deu início ao conflito.
O empresário Johnny Andrade contou que a situação saiu rapidamente do controle e resultou em agressões físicas.
Em vídeo, o rapaz descreveu a violência sofrida.
“Meu rosto está completamente danificado, toda lateral do meu corpo está machucada porque eles bateram muito em mim (…) Tinha aproximadamente uns 30 [agressores] nesse momento”, afirmou ao lembrar que o primeiro golpe veio com uma cadeira arremessada contra o rosto, seguida de uma série de chutes e socos.
“A gente fez o exame de de Raio-X, fizemos na em toda face, toda a lateral do meu corpo, porque está todo dolorido, porque eu levei vários pontapés. Aí a médica pegou o o Raio-X, olhou e falou: ‘não quebrou nada, está tudo ok, aparentemente’, ela olhou os exames, passou os medicamentos e liberou. Mas o meu rosto está todo danificado. Se a gente não conseguisse escapar deles [agressores], eles iriam matar a gente. Eu vi a morte na nossa frente”, disse ele, ao G1
Johnny estava acompanhado do companheiro, Cleiton Zanatta, que também foi atacado. Ambos precisaram ser retirados do local com ajuda de salva-vidas.
De acordo com o casal, mesmo após serem afastados, ainda sofreram novas agressões. Eles relataram que não havia ambulância disponível e precisaram custear o deslocamento até unidades de saúde por conta própria.
Após exames e atendimento médico, retornaram à delegacia para registrar ocorrência e recuperar pertences. Eles também contaram que, mesmo após a agressão, tiveram de efetuar um pagamento via Pix à responsável pela barraca.
A Polícia Civil de Pernambuco registrou a ocorrência como lesão corporal e afirmou que a identificação dos agressores é tratada como prioridade.
Com a repercussão do caso nas redes sociais, a Prefeitura de Ipojuca divulgou nota afirmando que o caso é grave e incompatível com os princípios do destino turístico. Em comunicado, declarou que “repudia e lamenta o episódio ocorrido em Porto de Galinhas” e que “os órgãos competentes já apuram o ocorrido para identificar os envolvidos e adotar as medidas legais cabíveis”.
A gestão também informou que equipes da Guarda Municipal e salva-vidas atuaram para conter a situação.
nem ferrando que isso aqui foi somente por eles se negarem a pagar a MAIS pelas barracas… essas agressões foram, também, por homofobia, isso sim. https://t.co/UcgebFx2Pa