Casal é espancado após reclamar de taxa extra por cadeiras em praia

  • Icon instagram_blue
  • Icon youtube_blue
  • Icon x_blue
  • Icon facebook_blue
  • Icon google_blue

Confusão e agressão. Um casal vindo de Mato Grosso relatou ter sido atacado por um grupo numeroso de comerciantes após uma discussão sobre a cobrança pelo uso de cadeiras e guarda-sol em uma praia de Porto de Galinhas, no litoral sul de Pernambuco. Segundo as vítimas, o valor combinado inicialmente era de R$ 50, mas, […]

POR Redação SRzd 29/12/2025| 3 min de leitura

Casal é espancado após reclamar de taxa extra por cadeiras em praia. Foto: Reprodução de vídeos

Casal é espancado após reclamar de taxa extra por cadeiras em praia. Foto: Reprodução de vídeos

| Siga-nos Google News

Confusão e agressão. Um casal vindo de Mato Grosso relatou ter sido atacado por um grupo numeroso de comerciantes após uma discussão sobre a cobrança pelo uso de cadeiras e guarda-sol em uma praia de Porto de Galinhas, no litoral sul de Pernambuco.

Segundo as vítimas, o valor combinado inicialmente era de R$ 50, mas, no momento do pagamento, a quantia exigida teria subido para R$ 80, o que deu início ao conflito.

O empresário Johnny Andrade contou que a situação saiu rapidamente do controle e resultou em agressões físicas.

Em vídeo, o rapaz descreveu a violência sofrida.

“Meu rosto está completamente danificado, toda lateral do meu corpo está machucada porque eles bateram muito em mim (…) Tinha aproximadamente uns 30 [agressores] nesse momento”, afirmou ao lembrar que o primeiro golpe veio com uma cadeira arremessada contra o rosto, seguida de uma série de chutes e socos.

“A gente fez o exame de de Raio-X, fizemos na em toda face, toda a lateral do meu corpo, porque está todo dolorido, porque eu levei vários pontapés. Aí a médica pegou o o Raio-X, olhou e falou: ‘não quebrou nada, está tudo ok, aparentemente’, ela olhou os exames, passou os medicamentos e liberou. Mas o meu rosto está todo danificado. Se a gente não conseguisse escapar deles [agressores], eles iriam matar a gente. Eu vi a morte na nossa frente”, disse ele, ao G1

Johnny estava acompanhado do companheiro, Cleiton Zanatta, que também foi atacado. Ambos precisaram ser retirados do local com ajuda de salva-vidas.

De acordo com o casal, mesmo após serem afastados, ainda sofreram novas agressões. Eles relataram que não havia ambulância disponível e precisaram custear o deslocamento até unidades de saúde por conta própria.

Após exames e atendimento médico, retornaram à delegacia para registrar ocorrência e recuperar pertences. Eles também contaram que, mesmo após a agressão, tiveram de efetuar um pagamento via Pix à responsável pela barraca.

A Polícia Civil de Pernambuco registrou a ocorrência como lesão corporal e afirmou que a identificação dos agressores é tratada como prioridade.

Com a repercussão do caso nas redes sociais, a Prefeitura de Ipojuca divulgou nota afirmando que o caso é grave e incompatível com os princípios do destino turístico. Em comunicado, declarou que “repudia e lamenta o episódio ocorrido em Porto de Galinhas” e que “os órgãos competentes já apuram o ocorrido para identificar os envolvidos e adotar as medidas legais cabíveis”.

A gestão também informou que equipes da Guarda Municipal e salva-vidas atuaram para conter a situação.

+ assista:

Rodapé - brasil

Confusão e agressão. Um casal vindo de Mato Grosso relatou ter sido atacado por um grupo numeroso de comerciantes após uma discussão sobre a cobrança pelo uso de cadeiras e guarda-sol em uma praia de Porto de Galinhas, no litoral sul de Pernambuco.

Segundo as vítimas, o valor combinado inicialmente era de R$ 50, mas, no momento do pagamento, a quantia exigida teria subido para R$ 80, o que deu início ao conflito.

O empresário Johnny Andrade contou que a situação saiu rapidamente do controle e resultou em agressões físicas.

Em vídeo, o rapaz descreveu a violência sofrida.

“Meu rosto está completamente danificado, toda lateral do meu corpo está machucada porque eles bateram muito em mim (…) Tinha aproximadamente uns 30 [agressores] nesse momento”, afirmou ao lembrar que o primeiro golpe veio com uma cadeira arremessada contra o rosto, seguida de uma série de chutes e socos.

“A gente fez o exame de de Raio-X, fizemos na em toda face, toda a lateral do meu corpo, porque está todo dolorido, porque eu levei vários pontapés. Aí a médica pegou o o Raio-X, olhou e falou: ‘não quebrou nada, está tudo ok, aparentemente’, ela olhou os exames, passou os medicamentos e liberou. Mas o meu rosto está todo danificado. Se a gente não conseguisse escapar deles [agressores], eles iriam matar a gente. Eu vi a morte na nossa frente”, disse ele, ao G1

Johnny estava acompanhado do companheiro, Cleiton Zanatta, que também foi atacado. Ambos precisaram ser retirados do local com ajuda de salva-vidas.

De acordo com o casal, mesmo após serem afastados, ainda sofreram novas agressões. Eles relataram que não havia ambulância disponível e precisaram custear o deslocamento até unidades de saúde por conta própria.

Após exames e atendimento médico, retornaram à delegacia para registrar ocorrência e recuperar pertences. Eles também contaram que, mesmo após a agressão, tiveram de efetuar um pagamento via Pix à responsável pela barraca.

A Polícia Civil de Pernambuco registrou a ocorrência como lesão corporal e afirmou que a identificação dos agressores é tratada como prioridade.

Com a repercussão do caso nas redes sociais, a Prefeitura de Ipojuca divulgou nota afirmando que o caso é grave e incompatível com os princípios do destino turístico. Em comunicado, declarou que “repudia e lamenta o episódio ocorrido em Porto de Galinhas” e que “os órgãos competentes já apuram o ocorrido para identificar os envolvidos e adotar as medidas legais cabíveis”.

A gestão também informou que equipes da Guarda Municipal e salva-vidas atuaram para conter a situação.

+ assista:

Rodapé - brasil

Notícias Relacionadas

Ver tudo
Amanda Rodrigues de Sousa, Marcos Vinícius Silva e Marcela Camilly Alves são os três técnicos de enfermagem suspeitos de matarem pacientes na UTI do Hospital Anchieta. — Foto: TV Globo/Divulgação

Brasília. Os técnicos de enfermagem presos suspeitos de matar ao menos três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga, no Distrito Federal, demonstraram “frieza total” quando prestaram depoimento, segundo o delegado da Polícia Civil (PCDF) Maurício Iacozzilli. Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, […]

Barbárie no DF: Delegado revela espanto ao ouvir técnicos presos por mortes em UTI

2 min de leitura