Chico Alencar beija mão de Aécio Neves e divulga nota para contextualizar seu gesto

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O gesto de beijar a mão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) pelo combativo deputado de esquerda do PSol do Rio de Janeiro, Chico Alencar, repercutiu muito mal. Até mesmo seus eleitores interpretaram o comportamento como algo “inaceitável” e “subserviente”. Enquanto nas redes sociais os sites conservadores se divertiram ironizando Alencar. Após a polêmica em torno […]

POR Redação SRzd 9/3/2017| 2 min de leitura

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Chico Alencar. Foto: Divulgação/Câmara

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O gesto de beijar a mão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) pelo combativo deputado de esquerda do PSol do Rio de Janeiro, Chico Alencar, repercutiu muito mal. Até mesmo seus eleitores interpretaram o comportamento como algo “inaceitável” e “subserviente”. Enquanto nas redes sociais os sites conservadores se divertiram ironizando Alencar.

Após a polêmica em torno do beijo, Chico divulgou uma nota explicando o ato e o fato de ter diferenciado o tucano dos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR).

O episódio aconteceu na festa comemorativa dos 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat, em um restaurante de Brasília na noite da última terça-feira (7).

Leia a nota divulgada por Chico Alencar

“Compareci ontem ao jantar dos 50 anos de jornalismo do Noblat – para o qual fui convidado por conhecê-lo há muito tempo e por ser colunista de seu blog. É evidente que isso não significa concordância com todas as suas posições.

Nesta confraternização, eu era um dos poucos deputados de oposição. Como é de costume meu, usei da brincadeira para descontrair clima às vezes desconfortável. As piadas foram retiradas de contexto, obviamente, para tentar confundir alhos com bugalhos. Imediatamente após as “brincadeiras” questionei abertamente Aécio sobre a aliança do PSDB com o PMDB; o financiamento empresarial de partidos e campanhas que o coloca na situação de investigado; e sobre a crise permanente do governo ilegítimo de Temer, do qual os tucanos são sócios e cúmplices.

Para reiterar minha posição, de sempre, afirmo: acredito que a Lava Jato precisa investigar a fundo tudo e todos. Inclusive Aécio Neves e Michel Temer. Não acredito que nenhum desses políticos e seus partidos tradicionais sejam diferentes. Ao contrário, creio que todos representam a mesmíssima lógica do toma-lá-dá-cá.

Se, por alguma razão, em minha vida pública eu dei a entender o contrário, reitero que isso se deve a um erro de comunicação (minha ou de quem veicula) e não por falta de convicção e crença absoluta numa política diferenciada, sem jogos e acordos velados.

Parece que os jornalistas que estão divulgando notas a respeito da noite de ontem, com títulos sensacionalistas, ou não perceberam a ironia da situação ou, por algum motivo, insistem no erro.”

O gesto de beijar a mão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) pelo combativo deputado de esquerda do PSol do Rio de Janeiro, Chico Alencar, repercutiu muito mal. Até mesmo seus eleitores interpretaram o comportamento como algo “inaceitável” e “subserviente”. Enquanto nas redes sociais os sites conservadores se divertiram ironizando Alencar.

Após a polêmica em torno do beijo, Chico divulgou uma nota explicando o ato e o fato de ter diferenciado o tucano dos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR).

O episódio aconteceu na festa comemorativa dos 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat, em um restaurante de Brasília na noite da última terça-feira (7).

Leia a nota divulgada por Chico Alencar

“Compareci ontem ao jantar dos 50 anos de jornalismo do Noblat – para o qual fui convidado por conhecê-lo há muito tempo e por ser colunista de seu blog. É evidente que isso não significa concordância com todas as suas posições.

Nesta confraternização, eu era um dos poucos deputados de oposição. Como é de costume meu, usei da brincadeira para descontrair clima às vezes desconfortável. As piadas foram retiradas de contexto, obviamente, para tentar confundir alhos com bugalhos. Imediatamente após as “brincadeiras” questionei abertamente Aécio sobre a aliança do PSDB com o PMDB; o financiamento empresarial de partidos e campanhas que o coloca na situação de investigado; e sobre a crise permanente do governo ilegítimo de Temer, do qual os tucanos são sócios e cúmplices.

Para reiterar minha posição, de sempre, afirmo: acredito que a Lava Jato precisa investigar a fundo tudo e todos. Inclusive Aécio Neves e Michel Temer. Não acredito que nenhum desses políticos e seus partidos tradicionais sejam diferentes. Ao contrário, creio que todos representam a mesmíssima lógica do toma-lá-dá-cá.

Se, por alguma razão, em minha vida pública eu dei a entender o contrário, reitero que isso se deve a um erro de comunicação (minha ou de quem veicula) e não por falta de convicção e crença absoluta numa política diferenciada, sem jogos e acordos velados.

Parece que os jornalistas que estão divulgando notas a respeito da noite de ontem, com títulos sensacionalistas, ou não perceberam a ironia da situação ou, por algum motivo, insistem no erro.”

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