Com entrada franca, o público poderá curtir os talentos do choro carioca.
POR Redação SRzd 31/7/2006| 4 min de leitura
Com entrada franca, o público poderá curtir os talentos do choro carioca.
POR Redação SRzd 31/7/2006| 4 min de leitura
Nos dias 8, 9 e 10 de agosto tem shows gratuitos do Circuito Universitário de Choro no Rio de Janeiro, Niterói e Rio das Ostras.
Com as apresentações, o bandolinista Joel Nascimento e o grupo Quatro a Zero encerram a primeira etapa do Circuito Instrumental Universitário.
No dia 8, às 17h, o Pólo Universitário de Rio das Ostras (Puro) – o campus da Universidade Feredal Fluminense (UFF) que fica na Rua Recife s/nº, em Rio das Ostras ‘ registrará o encontro histórico de Joel Nascimento com o Grupo Quatro a Zero.
Já no dia 9, ao meio-dia, o Circuito Instrumental Universitário fará apresentação na capital carioca, no Centro de Letras e Artes (CLA) da UniRio, que fica na Avenida Pasteur 436, na Urca.
E para encerrar a primeira etapa do projeto, no dia 10 de agosto, às 20h, esses músicos consagrados estarão teatro da UFF, na Rua Miguel de Farias 9, em Icaraí, Niterói.
O Circuito Instrumental Universitário é uma série de 15 shows de choro que circula por universidades públicas brasileiras.
As apresentações são gratuitas e levam aos palcos o conjunto Quatro a Zero com participação de Joel Nascimento. “O público assiste a união do talento consagrado da Velha Guarda – representado pelo Joel Nascimento – ao lado de quatro jovens que têm se destacado no cenário nacional pela inusitada abordagem que dá às interpretações de choro”, afirma o idealizador do Circuito Universitário, Newton Gmurczyk.
O projeto, que é patrocinado pela Petrobras, visa estimular o gosto pela música instrumental brasileira, em especial a linguagem do choro, ampliando horizontes estéticos e contribuindo para a formação de platéias para o gênero.
“Levamos a esses jovens a capacidade infindável de improvisação dos grupos de chorões, mas de uma forma moderna”, conta Gmurczyk.
O Circuito Universitário também tem sido responsável pelo incentivo no envolvimento das representações estudantis nas atividades de produção local e de divulgação do projeto junto aos estudantes.
Com shows gratuitos, realizados em palcos montados nas áreas de convívio social dos campi, ou em teatros e espaços equivalentes dentro de universidades públicas brasileiras, o projeto foi sucesso absoluto de público no primeiro semestre. Com sorriso de pai que vê o filho crescer e vencer na vida, Gmurczyk conta com orgulho que “quase dez mil pessoas, entre alunos, professores, funcionários e amantes do choro já assistiram ao show, que passou por 12 universidades até agora.”
Contraponto de geração
Os espetáculos misturam obras consagradas e desconhecidas, tradicionais e recentes – mas sempre com interpretações modernas – expondo assim um panorama amplo e representativo de um repertório tradicional do choro.
Para proporcionar maior riqueza e explorar com mais intensidade a música tocada pelos chorões, o Quatro a Zero se apresenta ao lado de Joel Nascimento (considerado por muitos o maior intérprete vivo do Choro), talento consagrado da Velha Guarda e solista de projeção nacional.
Joel Nascimento completa 70 anos em 2007, mas foi com mais de 30 anos que se tornou o bandolinista que mudaria a história de seu instrumento. Joel é considerado um renovador dentro de um universo tradicional, pois suas interpretações marcam a ruptura definitiva com o padrão rígido de Jacob do Bandolim. Grande improvisador, tem vários discos gravados, tocou ao lado de instrumentistas consagrados no Brasil e no mundo como Paco de Lucia, John McLaughin, Waldir Azevedo, Paulo Moura, Paulinho da Viola, Beth Carvalho e João Nogueira, além da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra de Câmera de Blumenau, de Santa Catarina. Fez parte do choro camerístico do Camerata Carioca, dirigido por Radamés Gnattali.
Discípulos de Joel Nascimento e fãs incondicionais de seu trabalho, Daniel Muller, 26 anos, Danilo Penteado, 23 anos, Eduardo Lobo, 25 anos e Lucas da Rosa, 27 anos, têm ganhado prestígio no cenário do choro e da música instrumental brasileira com o grupo Quatro a Zero. O quarteto faz uma releitura do estilo, mas sem perder de vista suas origens. Em 2004, o grupo ficou em segundo lugar no Prêmio Visa de Música Brasileira e, em 2005, excursionou com o Projeto Pixinguinha, da Fundação Nacional de Arte (Funarte), patrocinado pela Petrobras.
Confira aqui a agenda de shows:
8 de agosto, terça-feira, às 17h
Pólo Universitário de Rio das Ostras (UFF): Rua Recife, s/nº, Rio das Ostras
9 de agosto, quarta-feira, às 12h
Centro de Letras e Artes (UniRio): Avenida Pasteur 436, Urca, Rio de Janeiro
10 de agosto, quinta-feira, às 20h
Teatro da UFF: Rua Miguel de Farias 9, Icaraí, Niterói.
Nos dias 8, 9 e 10 de agosto tem shows gratuitos do Circuito Universitário de Choro no Rio de Janeiro, Niterói e Rio das Ostras.
Com as apresentações, o bandolinista Joel Nascimento e o grupo Quatro a Zero encerram a primeira etapa do Circuito Instrumental Universitário.
No dia 8, às 17h, o Pólo Universitário de Rio das Ostras (Puro) – o campus da Universidade Feredal Fluminense (UFF) que fica na Rua Recife s/nº, em Rio das Ostras ‘ registrará o encontro histórico de Joel Nascimento com o Grupo Quatro a Zero.
Já no dia 9, ao meio-dia, o Circuito Instrumental Universitário fará apresentação na capital carioca, no Centro de Letras e Artes (CLA) da UniRio, que fica na Avenida Pasteur 436, na Urca.
E para encerrar a primeira etapa do projeto, no dia 10 de agosto, às 20h, esses músicos consagrados estarão teatro da UFF, na Rua Miguel de Farias 9, em Icaraí, Niterói.
O Circuito Instrumental Universitário é uma série de 15 shows de choro que circula por universidades públicas brasileiras.
As apresentações são gratuitas e levam aos palcos o conjunto Quatro a Zero com participação de Joel Nascimento. “O público assiste a união do talento consagrado da Velha Guarda – representado pelo Joel Nascimento – ao lado de quatro jovens que têm se destacado no cenário nacional pela inusitada abordagem que dá às interpretações de choro”, afirma o idealizador do Circuito Universitário, Newton Gmurczyk.
O projeto, que é patrocinado pela Petrobras, visa estimular o gosto pela música instrumental brasileira, em especial a linguagem do choro, ampliando horizontes estéticos e contribuindo para a formação de platéias para o gênero.
“Levamos a esses jovens a capacidade infindável de improvisação dos grupos de chorões, mas de uma forma moderna”, conta Gmurczyk.
O Circuito Universitário também tem sido responsável pelo incentivo no envolvimento das representações estudantis nas atividades de produção local e de divulgação do projeto junto aos estudantes.
Com shows gratuitos, realizados em palcos montados nas áreas de convívio social dos campi, ou em teatros e espaços equivalentes dentro de universidades públicas brasileiras, o projeto foi sucesso absoluto de público no primeiro semestre. Com sorriso de pai que vê o filho crescer e vencer na vida, Gmurczyk conta com orgulho que “quase dez mil pessoas, entre alunos, professores, funcionários e amantes do choro já assistiram ao show, que passou por 12 universidades até agora.”
Contraponto de geração
Os espetáculos misturam obras consagradas e desconhecidas, tradicionais e recentes – mas sempre com interpretações modernas – expondo assim um panorama amplo e representativo de um repertório tradicional do choro.
Para proporcionar maior riqueza e explorar com mais intensidade a música tocada pelos chorões, o Quatro a Zero se apresenta ao lado de Joel Nascimento (considerado por muitos o maior intérprete vivo do Choro), talento consagrado da Velha Guarda e solista de projeção nacional.
Joel Nascimento completa 70 anos em 2007, mas foi com mais de 30 anos que se tornou o bandolinista que mudaria a história de seu instrumento. Joel é considerado um renovador dentro de um universo tradicional, pois suas interpretações marcam a ruptura definitiva com o padrão rígido de Jacob do Bandolim. Grande improvisador, tem vários discos gravados, tocou ao lado de instrumentistas consagrados no Brasil e no mundo como Paco de Lucia, John McLaughin, Waldir Azevedo, Paulo Moura, Paulinho da Viola, Beth Carvalho e João Nogueira, além da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra de Câmera de Blumenau, de Santa Catarina. Fez parte do choro camerístico do Camerata Carioca, dirigido por Radamés Gnattali.
Discípulos de Joel Nascimento e fãs incondicionais de seu trabalho, Daniel Muller, 26 anos, Danilo Penteado, 23 anos, Eduardo Lobo, 25 anos e Lucas da Rosa, 27 anos, têm ganhado prestígio no cenário do choro e da música instrumental brasileira com o grupo Quatro a Zero. O quarteto faz uma releitura do estilo, mas sem perder de vista suas origens. Em 2004, o grupo ficou em segundo lugar no Prêmio Visa de Música Brasileira e, em 2005, excursionou com o Projeto Pixinguinha, da Fundação Nacional de Arte (Funarte), patrocinado pela Petrobras.
Confira aqui a agenda de shows:
8 de agosto, terça-feira, às 17h
Pólo Universitário de Rio das Ostras (UFF): Rua Recife, s/nº, Rio das Ostras
9 de agosto, quarta-feira, às 12h
Centro de Letras e Artes (UniRio): Avenida Pasteur 436, Urca, Rio de Janeiro
10 de agosto, quinta-feira, às 20h
Teatro da UFF: Rua Miguel de Farias 9, Icaraí, Niterói.
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