A área da construção civil, quando aquecida, é uma das principais geradoras de emprego de mão de obra. A crise econômica acentuada do governo Temer parou o setor. Os novos indicadores são preocupantes. O índice que mensura o nível de atividade da construção civil em relação ao mês anterior atingiu 40,0 pontos em outubro, conforme […]
PORRedação SRzd24/11/2016|
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A área da construção civil, quando aquecida, é uma das principais geradoras de emprego de mão de obra. A crise econômica acentuada do governo Temer parou o setor. Os novos indicadores são preocupantes. O índice que mensura o nível de atividade da construção civil em relação ao mês anterior atingiu 40,0 pontos em outubro, conforme […]
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A área da construção civil, quando aquecida, é uma das principais geradoras de emprego de mão de obra. A crise econômica acentuada do governo Temer parou o setor. Os novos indicadores são preocupantes.
O índice que mensura o nível de atividade da construção civil em relação ao mês anterior atingiu 40,0 pontos em outubro, conforme divulgado ontem na Sondagem da Indústria da Construção da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Como o indicador manteve-se abaixo do patamar neutro de 50,0 pontos, a atividade do setor deve ter recuado no período.
Em termos dessazonalizados, houve retração de 2,6 pontos ante setembro. No mesmo sentido, o índice que mede a atividade do setor em relação ao usual alcançou 27,8 pontos, o equivalente a um recuo de 0,7 ponto na margem, também excetuada a sazonalidade. Esses resultados apontam, assim, para continuidade do desempenho negativo do setor no início do quarto trimestre.
A área da construção civil, quando aquecida, é uma das principais geradoras de emprego de mão de obra. A crise econômica acentuada do governo Temer parou o setor. Os novos indicadores são preocupantes.
O índice que mensura o nível de atividade da construção civil em relação ao mês anterior atingiu 40,0 pontos em outubro, conforme divulgado ontem na Sondagem da Indústria da Construção da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Como o indicador manteve-se abaixo do patamar neutro de 50,0 pontos, a atividade do setor deve ter recuado no período.
Em termos dessazonalizados, houve retração de 2,6 pontos ante setembro. No mesmo sentido, o índice que mede a atividade do setor em relação ao usual alcançou 27,8 pontos, o equivalente a um recuo de 0,7 ponto na margem, também excetuada a sazonalidade. Esses resultados apontam, assim, para continuidade do desempenho negativo do setor no início do quarto trimestre.