Comida árabe de qualidade no coração do Rio de Janeiro

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A luta pela sobrevivência dos restaurantes tradicionais do Rio de Janeiro tem sido intensa. Muito por conta da insistente crise econômica e financeira do país e do estado. E, mais recentemente,  bastante agravada pela reduzida frequência durante a pandemia da Covid-19.  Todos reconhecem o esforço do setor e o brio daqueles que se mantêm abertos […]

POR Sidney Rezende 11/11/2020| 2 min de leitura

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Comida árabe. Foto: Divulgação

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A luta pela sobrevivência dos restaurantes tradicionais do Rio de Janeiro tem sido intensa. Muito por conta da insistente crise econômica e financeira do país e do estado. E, mais recentemente,  bastante agravada pela reduzida frequência durante a pandemia da Covid-19.  Todos reconhecem o esforço do setor e o brio daqueles que se mantêm abertos e com empregos garantidos, mesmo com a baixa receita.

Luciana e Joel Ghazi. Foto: Arquivo Pessoal

 

Por tudo isso, para alegria de seus fiéis clientes, o restaurante Sírio e Libanês, na rua Senhor dos Passos, 217, em pleno Saara, no centro antigo do Rio de Janeiro, comprova que o trabalho duro e honesto merece recompensa. Com as portas abertas, e seguindo todas as regras sanitárias que se exige do momento, a direção do estabelecimento “turbinou o serviço de entregas”.

O restaurante fundado há 53 anos, pelo senhor Jawad Ghazi, que no Brasil virou “Joel”, hoje é administrado por sua filha Luciana. Ela não esconde a emoção e o reconhecimento pelos dias e noites dedicados pelo fundador para que o local se transformasse numa referência gastronômica da cidade.

“Meu pai é um imigrante libanês que chegou ao Brasil aos 17 anos de idade. Começou trabalhando com os irmãos que já estavam aqui na loja deles de tecidos mas, como tinha as receitas da minha avó lá do Líbano, quis abrir um restaurante com essas receitas. Ele até hoje vem e supervisiona tudo, prova tudo, apesar da administração do negócio já ter sido entregue a mim desde o ano passado, após passar mais de 20 anos trabalhando lá com ele e aprendendo tudo”, diz a filha orgulhosa. Jawad e sua filha mantêm a boa forma física e a saúde em dia e atribuem isso a deliciosa, variada e rica comida árabe. “Eu só como comida árabe”, sorri Luciana Ghazi.

 

 

A luta pela sobrevivência dos restaurantes tradicionais do Rio de Janeiro tem sido intensa. Muito por conta da insistente crise econômica e financeira do país e do estado. E, mais recentemente,  bastante agravada pela reduzida frequência durante a pandemia da Covid-19.  Todos reconhecem o esforço do setor e o brio daqueles que se mantêm abertos e com empregos garantidos, mesmo com a baixa receita.

Luciana e Joel Ghazi. Foto: Arquivo Pessoal

 

Por tudo isso, para alegria de seus fiéis clientes, o restaurante Sírio e Libanês, na rua Senhor dos Passos, 217, em pleno Saara, no centro antigo do Rio de Janeiro, comprova que o trabalho duro e honesto merece recompensa. Com as portas abertas, e seguindo todas as regras sanitárias que se exige do momento, a direção do estabelecimento “turbinou o serviço de entregas”.

O restaurante fundado há 53 anos, pelo senhor Jawad Ghazi, que no Brasil virou “Joel”, hoje é administrado por sua filha Luciana. Ela não esconde a emoção e o reconhecimento pelos dias e noites dedicados pelo fundador para que o local se transformasse numa referência gastronômica da cidade.

“Meu pai é um imigrante libanês que chegou ao Brasil aos 17 anos de idade. Começou trabalhando com os irmãos que já estavam aqui na loja deles de tecidos mas, como tinha as receitas da minha avó lá do Líbano, quis abrir um restaurante com essas receitas. Ele até hoje vem e supervisiona tudo, prova tudo, apesar da administração do negócio já ter sido entregue a mim desde o ano passado, após passar mais de 20 anos trabalhando lá com ele e aprendendo tudo”, diz a filha orgulhosa. Jawad e sua filha mantêm a boa forma física e a saúde em dia e atribuem isso a deliciosa, variada e rica comida árabe. “Eu só como comida árabe”, sorri Luciana Ghazi.

 

 

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