Covid + influeza: registros de casos de flurona disparam no país; veja os sintomas e como se prevenir
O Brasil registrou nesta semana diversos casos de contaminação dupla por Covid-19 e a gripe Influenza. O quadro está sendo chamado de “flurona”, uma mistura das palavras “flu” (gripe, em inglês) e “corona” (do novo coronavírus). Levantamento feito pela Dasa, o laboratório Diagnósticos da América, aponta que o Brasil tem dezenas de casos confirmados de […]
PORRedação SRzd4/1/2022|
2 min de leitura
Vacinação contra a gripe. Foto: Agência Brasil/Arquivo/Gilberto Marques/Governo do Estado de São Paulo
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O Brasil registrou nesta semana diversos casos de contaminação dupla por Covid-19 e a gripe Influenza. O quadro está sendo chamado de “flurona”, uma mistura das palavras “flu” (gripe, em inglês) e “corona” (do novo coronavírus).
Levantamento feito pela Dasa, o laboratório Diagnósticos da América, aponta que o Brasil tem dezenas de casos confirmados de contaminação dupla diagnosticados nas mais de suas 900 unidades.
No estado de São Paulo, ao menos 110 moradores foram diagnosticados com gripe e Covid ao mesmo tempo desde o início da pandemia, segundo dados divulgados nesta terça-feira (4) pela Secretaria de Saúde paulista. Deste total, 59 casos ocorreram na cidade de São Paulo.
Segundo a infectologista Mirian Dal’Ben, do Hospital Sírio Libanês, a infecção dupla não aumenta as chances de óbito, nem faz com que as doenças sejam mais leves.
Hospitais públicos e privados da capital paulista têm registrado aumento no fluxo de pessoas com sintomas gripais nas últimas semanas, o que tem provocado filas e maior tempo de espera. Em prontos-socorros municipais, pacientes afirmam que a espera pode chegar a até 6 horas.
Os métodos para identificar o vírus, como o teste PCR, são muito sensíveis. Eles detectam facilmente pedaços do vírus que não necessariamente estão trazendo infecção ou doença para o indivíduo. Essa codetecção é muito frequente, mas não significa que os dois vírus estão agindo no corpo.
Os dois vírus são respiratórios e as medidas de prevenção continuam as mesmas: usar máscara, vacinar-se, manter o distanciamento social e fazer a constante higiene das mãos.
A gripe, como é chamada a infecção pelo vírus influenza, apresenta sintomas agudos logo nos primeiros dias:
Febre alta;
Calafrios;
Dores musculares;
Tosse;
Dor de garganta;
Intenso mal-estar;
Perda de apetite;
Coriza;
Congestão nasal (nariz entupido);
Irritação nos olhos.
De acordo com pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, os sintomas da ômicron são “diferentes” das cepas anteriores do coronavírus e incluem:
Dor de garganta;
Dor no corpo, principalmente na região da lombar;
Congestão nasal (nariz entupido);
Problemas estomacais e diarreia.
No Brasil, as variantes delta e gama ainda são predominantes. Seus sintomas podem incluir:
Perda de olfato e paladar;
Dor no corpo;
Dor de cabeça;
Fadiga muscular;
Febre;
Tosse.
O Brasil registrou nesta semana diversos casos de contaminação dupla por Covid-19 e a gripe Influenza. O quadro está sendo chamado de “flurona”, uma mistura das palavras “flu” (gripe, em inglês) e “corona” (do novo coronavírus).
Levantamento feito pela Dasa, o laboratório Diagnósticos da América, aponta que o Brasil tem dezenas de casos confirmados de contaminação dupla diagnosticados nas mais de suas 900 unidades.
No estado de São Paulo, ao menos 110 moradores foram diagnosticados com gripe e Covid ao mesmo tempo desde o início da pandemia, segundo dados divulgados nesta terça-feira (4) pela Secretaria de Saúde paulista. Deste total, 59 casos ocorreram na cidade de São Paulo.
Segundo a infectologista Mirian Dal’Ben, do Hospital Sírio Libanês, a infecção dupla não aumenta as chances de óbito, nem faz com que as doenças sejam mais leves.
Hospitais públicos e privados da capital paulista têm registrado aumento no fluxo de pessoas com sintomas gripais nas últimas semanas, o que tem provocado filas e maior tempo de espera. Em prontos-socorros municipais, pacientes afirmam que a espera pode chegar a até 6 horas.
Os métodos para identificar o vírus, como o teste PCR, são muito sensíveis. Eles detectam facilmente pedaços do vírus que não necessariamente estão trazendo infecção ou doença para o indivíduo. Essa codetecção é muito frequente, mas não significa que os dois vírus estão agindo no corpo.
Os dois vírus são respiratórios e as medidas de prevenção continuam as mesmas: usar máscara, vacinar-se, manter o distanciamento social e fazer a constante higiene das mãos.
A gripe, como é chamada a infecção pelo vírus influenza, apresenta sintomas agudos logo nos primeiros dias:
Febre alta;
Calafrios;
Dores musculares;
Tosse;
Dor de garganta;
Intenso mal-estar;
Perda de apetite;
Coriza;
Congestão nasal (nariz entupido);
Irritação nos olhos.
De acordo com pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, os sintomas da ômicron são “diferentes” das cepas anteriores do coronavírus e incluem:
Dor de garganta;
Dor no corpo, principalmente na região da lombar;
Congestão nasal (nariz entupido);
Problemas estomacais e diarreia.
No Brasil, as variantes delta e gama ainda são predominantes. Seus sintomas podem incluir:
Perda de olfato e paladar;
Dor no corpo;
Dor de cabeça;
Fadiga muscular;
Febre;
Tosse.