CPI ouve coronel que teria participado de pedido de propina por vacinas
A CPI da Covid-19 ouve, nesta quarta-feira (4), o já citado na comissão “coronel Blanco”. Tenente-coronel da reserva no Exército, Marcelo Blanco da Costa passou pelo Ministério da Saúde como ex-assessor do departamento de Logística. Função subordinada a Roberto Ferreira Dias, diretor da área, que teria realizado o pedido de US$ 1 por dose de […]
PORRedação SRzd4/8/2021|
2 min de leitura
CPI da Covid-19. Foto: Edilson Rodrigues - Agência Senado
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A CPI da Covid-19 ouve, nesta quarta-feira (4), o já citado na comissão “coronel Blanco”. Tenente-coronel da reserva no Exército, Marcelo Blanco da Costa passou pelo Ministério da Saúde como ex-assessor do departamento de Logística. Função subordinada a Roberto Ferreira Dias, diretor da área, que teria realizado o pedido de US$ 1 por dose de vacina.
O militar passou a figurar a comissão parlamentar de inquérito ao ser citado em outros momentos como participante de um suposto encontro onde o pedido de corrupção foi realizado por Roberto Dias.
A reunião entre o policial militar Luiz Paulo Dominghetti, Roberto Dias e Marcelo Blanco da Costa ocorreu em 25 de fevereiro em um restaurante em Brasília. Dominghetti revelou, em sua oitiva, que foi o coronel Blanco quem o levou para o encontro com Dias
Além da apresentação, Blanco teria presenciado o pedido de propina nas 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca, oferecida por Dominghetti. “[O Blanco] Ficou me olhando, esperando a minha resposta”, explicou o policial militar em depoimento à comissão. O coronel nega as acusações feitas a ele.
A CPI da Covid-19 ouve, nesta quarta-feira (4), o já citado na comissão “coronel Blanco”. Tenente-coronel da reserva no Exército, Marcelo Blanco da Costa passou pelo Ministério da Saúde como ex-assessor do departamento de Logística. Função subordinada a Roberto Ferreira Dias, diretor da área, que teria realizado o pedido de US$ 1 por dose de vacina.
O militar passou a figurar a comissão parlamentar de inquérito ao ser citado em outros momentos como participante de um suposto encontro onde o pedido de corrupção foi realizado por Roberto Dias.
A reunião entre o policial militar Luiz Paulo Dominghetti, Roberto Dias e Marcelo Blanco da Costa ocorreu em 25 de fevereiro em um restaurante em Brasília. Dominghetti revelou, em sua oitiva, que foi o coronel Blanco quem o levou para o encontro com Dias
Além da apresentação, Blanco teria presenciado o pedido de propina nas 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca, oferecida por Dominghetti. “[O Blanco] Ficou me olhando, esperando a minha resposta”, explicou o policial militar em depoimento à comissão. O coronel nega as acusações feitas a ele.