Em meio a crise hídrica, residência oficial de Temer dobra consumo de água
Se não bastasse a fase crítica política e econômica, o presidente Michel Temer também é notícia em meio a maior crise hídrica da história do Distrito Federal. O consumo de água no Palácio do Jaburu mais do que dobrou nos primeiros quatro meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016. O endereço […]
PORRedação SRzd5/6/2017|
2 min de leitura
Palácio do Jaburu. Foto: Divulgação
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Se não bastasse a fase crítica política e econômica, o presidente Michel Temer também é notícia em meio a maior crise hídrica da história do Distrito Federal.
O consumo de água no Palácio do Jaburu mais do que dobrou nos primeiros quatro meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016. O endereço é residência oficial da Vice-Presidência da República e tem sido ocupado por Michel Temer, mesmo após o impeachment de Dilma Rousseff em agosto de 2016.
De janeiro a abril de 2016, o Jaburu consumiu 784 m³ de água, ou 784 mil litros. O gasto diário do palácio só no mês de abril foi de 16,6 mil litros, em média. Uma família brasileira com quatro pessoas gasta, em média, 740 litros de água por dia, segundo dados da ONU.
A mulher de Temer, Marcela, e o filho pequeno do casal se mudaram para a residência oficial em julho do ano passado. A sogra do presidente, Norma Tedeschi, também passou a viver no local naquela época. A União desembolsou entre janeiro e abril R$ 24.372,48 com o serviço de água e esgoto para a residência do presidente.
Desde o começo do ano, o Distrito Federal está em situação de emergência e correndo risco de ficar sem água devido ao baixo volume de chuvas que fez com que os reservatórios chegassem aos menores níveis da história.
Moradores das regiões administrativas do DF (antigas cidades-satélites) enfrentam desde 16 de janeiro um dia de interrupção do fornecimento de água por semana, seguido de dois dias de volume reduzido. Os reservatórios que abastecem Brasília estão operando nos menores níveis já registrados. A Esplanada dos Ministérios e os palácios, no entanto, ficaram de fora do racionamento.
Se não bastasse a fase crítica política e econômica, o presidente Michel Temer também é notícia em meio a maior crise hídrica da história do Distrito Federal.
O consumo de água no Palácio do Jaburu mais do que dobrou nos primeiros quatro meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016. O endereço é residência oficial da Vice-Presidência da República e tem sido ocupado por Michel Temer, mesmo após o impeachment de Dilma Rousseff em agosto de 2016.
De janeiro a abril de 2016, o Jaburu consumiu 784 m³ de água, ou 784 mil litros. O gasto diário do palácio só no mês de abril foi de 16,6 mil litros, em média. Uma família brasileira com quatro pessoas gasta, em média, 740 litros de água por dia, segundo dados da ONU.
A mulher de Temer, Marcela, e o filho pequeno do casal se mudaram para a residência oficial em julho do ano passado. A sogra do presidente, Norma Tedeschi, também passou a viver no local naquela época. A União desembolsou entre janeiro e abril R$ 24.372,48 com o serviço de água e esgoto para a residência do presidente.
Desde o começo do ano, o Distrito Federal está em situação de emergência e correndo risco de ficar sem água devido ao baixo volume de chuvas que fez com que os reservatórios chegassem aos menores níveis da história.
Moradores das regiões administrativas do DF (antigas cidades-satélites) enfrentam desde 16 de janeiro um dia de interrupção do fornecimento de água por semana, seguido de dois dias de volume reduzido. Os reservatórios que abastecem Brasília estão operando nos menores níveis já registrados. A Esplanada dos Ministérios e os palácios, no entanto, ficaram de fora do racionamento.