Deputada denuncia racismo no Congresso: ‘Mulher preta pode chegar onde ela quiser’

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Denúncia. A deputada federal pelo Rio de Janeiro, Enfermeira Rejane, do PC do B, afirmou ter sido vítima de racismo na Câmara dos Deputados. Segundo relato da própria parlamentar, ao chegar para acompanhar uma audiência pública da Comissão de Mulheres, nesta quarta-feira (6), foi abordada para deixar a cadeira que ocupava, sob o argumento de […]

POR Redação SRzd 7/5/2026| 2 min de leitura

Câmara dos Deputados. Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Câmara dos Deputados. Foto: Roque de Sá/Agência Senado

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Denúncia. A deputada federal pelo Rio de Janeiro, Enfermeira Rejane, do PC do B, afirmou ter sido vítima de racismo na Câmara dos Deputados.

Segundo relato da própria parlamentar, ao chegar para acompanhar uma audiência pública da Comissão de Mulheres, nesta quarta-feira (6), foi abordada para deixar a cadeira que ocupava, sob o argumento de que o espaço era exclusivo para deputados.

“Isso é sempre um absurdo. Mas sabe por que acontece isso? Porque a gente veio assim, de camiseta, tênis, e a gente tem que se vestir do jeito que a gente quer. Porque é preto e preto não pode ser deputado, não pode ser nada”, afirmou, em vídeo compartilhado no Instagram.

“Precisamos denunciar que mulher preta pode sim chegar ao parlamento. Mulher preta pode chegar onde ela quiser. Chega de racismo dentro deste Congresso”, acrescentou.

No ano passado, ela já havia denunciado, em fala no plenário, que era barrada constantemente no elevador destinado aos parlamentares mesmo usando broche de identificação.

Enfermeira Rejane é deputada federal desde janeiro de 2025 e assumiu o cargo com a renúncia do atual prefeito de Maricá, Washington Quaquá.

Anteriormente, Rejane tinha sido deputada estadual, na Assembleia Legislativa, por três mandatos.

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Rodapé - brasil

Denúncia. A deputada federal pelo Rio de Janeiro, Enfermeira Rejane, do PC do B, afirmou ter sido vítima de racismo na Câmara dos Deputados.

Segundo relato da própria parlamentar, ao chegar para acompanhar uma audiência pública da Comissão de Mulheres, nesta quarta-feira (6), foi abordada para deixar a cadeira que ocupava, sob o argumento de que o espaço era exclusivo para deputados.

“Isso é sempre um absurdo. Mas sabe por que acontece isso? Porque a gente veio assim, de camiseta, tênis, e a gente tem que se vestir do jeito que a gente quer. Porque é preto e preto não pode ser deputado, não pode ser nada”, afirmou, em vídeo compartilhado no Instagram.

“Precisamos denunciar que mulher preta pode sim chegar ao parlamento. Mulher preta pode chegar onde ela quiser. Chega de racismo dentro deste Congresso”, acrescentou.

No ano passado, ela já havia denunciado, em fala no plenário, que era barrada constantemente no elevador destinado aos parlamentares mesmo usando broche de identificação.

Enfermeira Rejane é deputada federal desde janeiro de 2025 e assumiu o cargo com a renúncia do atual prefeito de Maricá, Washington Quaquá.

Anteriormente, Rejane tinha sido deputada estadual, na Assembleia Legislativa, por três mandatos.

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