Dezembrite! Saiba o que é como lidar com a síndrome do fim de ano

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Dezembrite. O termo é pouco conhecido, mas muita gente sabe do que se trata. Existe um termo psicológico para definir a angústia e ansiedade que algumas pessoas sentem na reta final do ano. De causas multifatoriais, que incluem aspectos culturais, emocionais e biológicos, essa condição emocional não é rara e afeta parte da população todos […]

POR Redação SRzd 7/12/2025| 3 min de leitura

Pessoa refletindo. Foto: Pikist

Pessoa refletindo. Foto: Pikist

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Dezembrite. O termo é pouco conhecido, mas muita gente sabe do que se trata. Existe um termo psicológico para definir a angústia e ansiedade que algumas pessoas sentem na reta final do ano.

De causas multifatoriais, que incluem aspectos culturais, emocionais e biológicos, essa condição emocional não é rara e afeta parte da população todos os anos.

É que no último mês do ano as pessoas ficam cheias de coisas para fazer.

É hora de enfrentar lojas e supermercados lotados para as compras de presentes de Natal e de itens paras as ceias, as festinhas de confraternização no trabalho, ter que concluir pendências profissionais, planejar o orçamento para o próximo ano, enfim são muitas tarefas.

A pressão para concluir tudo até o final do ano pode piorar ainda mais o estresse, a ansiedade e a irritabilidade, comprometendo tanto a saúde física quanto a mental, levando a sentimentos depressivos, à angústia e à tristeza. Eis o quadro clássico da “Dezembrite” instalado!

Um estudo do International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), revelou que o estresse em dezembro, se comparado aos outros meses do ano, aumenta, em média, 75%. A ansiedade e problemas para dormir também crescem, em 70% e 38%, respectivamente.

De acordo com a psicoterapeuta Lelah Monteiro, embora não seja um conceito oficialmente existente na psicologia, psiquiatria ou na psicanálise, os sentimos e sintomas associados a essa síndrome são bem reais.

Além de explicar a condição, a profissional destacou que há maneiras para se lidar com a situação a fim de melhorar os sintomas da síndrome.

Mulher angustiada. Foto: Pikist
Mulher angustiada. Foto: Pikist

“Existe uma ideia de que, no fim de ano, é ‘tudo lindo e perfeito’. E na vida real sabemos que não é bem assim. O primeiro passo para lidar coma dezembrite é reconhecer e aceitar que você não está se sentindo bem, respeitar os limites e tentar entender o que está por trás do sentimento”, iniciou.

“Adotar estratégias para driblar esses sentimentos é uma medida preventiva fundamental para a saúde e qualidade de vida”, disse ela, sugerindo a organização e priorização de tarefas, para que a sobrecarga seja mitigada. Além disso, ela recomenda se conectar com pessoas queridas, praticar a gratidão, buscar atividades prazerosas e evitar comparações.

“Há uma ideia de que o fim do ano é o momento de comemorações, alegrias e desejos, mas você tem todo o direito de não se sentir ‘no clima’ deste período, e isso não significa que há algo de errado. Se for refletir sobre o próximo ano, certifique-se de imaginar metas alcançáveis e realistas”, completou Lelah, lembrando que a internet também potencializa os casos.

Outro aspecto levantado diz respeito às mídias sociais e as comparações com a realidade das redes.

“Considere o que é possível para você. Pare de se comparar e para de achar que todo mundo tem que ser igual. Faça o que cabe e não o que estão te cobrando. A medidanão precisa ser o outro, disse a psicoterapeuta.

+ assista:

rodapé - carnaval sp

Dezembrite. O termo é pouco conhecido, mas muita gente sabe do que se trata. Existe um termo psicológico para definir a angústia e ansiedade que algumas pessoas sentem na reta final do ano.

De causas multifatoriais, que incluem aspectos culturais, emocionais e biológicos, essa condição emocional não é rara e afeta parte da população todos os anos.

É que no último mês do ano as pessoas ficam cheias de coisas para fazer.

É hora de enfrentar lojas e supermercados lotados para as compras de presentes de Natal e de itens paras as ceias, as festinhas de confraternização no trabalho, ter que concluir pendências profissionais, planejar o orçamento para o próximo ano, enfim são muitas tarefas.

A pressão para concluir tudo até o final do ano pode piorar ainda mais o estresse, a ansiedade e a irritabilidade, comprometendo tanto a saúde física quanto a mental, levando a sentimentos depressivos, à angústia e à tristeza. Eis o quadro clássico da “Dezembrite” instalado!

Um estudo do International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), revelou que o estresse em dezembro, se comparado aos outros meses do ano, aumenta, em média, 75%. A ansiedade e problemas para dormir também crescem, em 70% e 38%, respectivamente.

De acordo com a psicoterapeuta Lelah Monteiro, embora não seja um conceito oficialmente existente na psicologia, psiquiatria ou na psicanálise, os sentimos e sintomas associados a essa síndrome são bem reais.

Além de explicar a condição, a profissional destacou que há maneiras para se lidar com a situação a fim de melhorar os sintomas da síndrome.

Mulher angustiada. Foto: Pikist
Mulher angustiada. Foto: Pikist

“Existe uma ideia de que, no fim de ano, é ‘tudo lindo e perfeito’. E na vida real sabemos que não é bem assim. O primeiro passo para lidar coma dezembrite é reconhecer e aceitar que você não está se sentindo bem, respeitar os limites e tentar entender o que está por trás do sentimento”, iniciou.

“Adotar estratégias para driblar esses sentimentos é uma medida preventiva fundamental para a saúde e qualidade de vida”, disse ela, sugerindo a organização e priorização de tarefas, para que a sobrecarga seja mitigada. Além disso, ela recomenda se conectar com pessoas queridas, praticar a gratidão, buscar atividades prazerosas e evitar comparações.

“Há uma ideia de que o fim do ano é o momento de comemorações, alegrias e desejos, mas você tem todo o direito de não se sentir ‘no clima’ deste período, e isso não significa que há algo de errado. Se for refletir sobre o próximo ano, certifique-se de imaginar metas alcançáveis e realistas”, completou Lelah, lembrando que a internet também potencializa os casos.

Outro aspecto levantado diz respeito às mídias sociais e as comparações com a realidade das redes.

“Considere o que é possível para você. Pare de se comparar e para de achar que todo mundo tem que ser igual. Faça o que cabe e não o que estão te cobrando. A medidanão precisa ser o outro, disse a psicoterapeuta.

+ assista:

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