Ouro no Pan revela drama pessoal: ‘Só consigo dormir bêbado’
Tempos difíceis. Pedro Lima, medalhista de ouro no Pan-Americano de 2007, vive um momento de superação e resiliência. Aos 41 anos, o ex-pugilista baiano, que marcou história ao vencer o americano Demetrius Andrade e quebrar um jejum de 44 anos sem ouro para o Brasil no boxe, enfrenta uma dura realidade longe dos holofotes. Morador […]
PORRedação SRzd21/11/2024|
2 min de leitura
Pedro Lima. Reprodução de vídeo
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Tempos difíceis. Pedro Lima, medalhista de ouro no Pan-Americano de 2007, vive um momento de superação e resiliência. Aos 41 anos, o ex-pugilista baiano, que marcou história ao vencer o americano Demetrius Andrade e quebrar um jejum de 44 anos sem ouro para o Brasil no boxe, enfrenta uma dura realidade longe dos holofotes.
Morador de Nova Brasília, em Salvador, Pedro sobrevive de bicos como ajudante de pedreiro e descarregador de caminhões. Além das dificuldades financeiras, ele sofre com a perda recente de sua esposa, vítima de câncer. “Eu daria tudo para ela estar aqui comigo. Só estou de pé porque tenho dois filhos. Se não fosse por eles, já teria me entregado”, contou.
O luto trouxe noites difíceis. “Tem vinte dias que só consigo dormir bêbado. Não estou com depressão, mas é um momento ruim que, espero, uma hora vai passar”. Apesar de não se considerar em depressão, ele reconhece estar passando por um momento difícil e mantém a esperança de superá-lo.
Sua trajetória no boxe começou aos 16 anos, incentivado por Raimundo de Oliveira, o Sergipe, referência no esporte. Com esforço e dedicação, alcançou o topo em 2007 ao conquistar o ouro no Pan e foi recebido como herói em Salvador. No entanto, a falta de reconhecimento e apoio contínuo o deixou lutando para sobreviver no dia a dia.
Hoje, ele pondera sobre a falta de reconhecimento dado a atletas de modalidades menos populares. “Conquistei o título de campeão dos Jogos Pan-Americanos, um dos maiores, e veja como está minha situação financeira. Todos os campeões deveriam ser valorizados”, desabafa, expressando a dura realidade enfrentada por muitos esportistas brasileiros.
Tempos difíceis. Pedro Lima, medalhista de ouro no Pan-Americano de 2007, vive um momento de superação e resiliência. Aos 41 anos, o ex-pugilista baiano, que marcou história ao vencer o americano Demetrius Andrade e quebrar um jejum de 44 anos sem ouro para o Brasil no boxe, enfrenta uma dura realidade longe dos holofotes.
Morador de Nova Brasília, em Salvador, Pedro sobrevive de bicos como ajudante de pedreiro e descarregador de caminhões. Além das dificuldades financeiras, ele sofre com a perda recente de sua esposa, vítima de câncer. “Eu daria tudo para ela estar aqui comigo. Só estou de pé porque tenho dois filhos. Se não fosse por eles, já teria me entregado”, contou.
O luto trouxe noites difíceis. “Tem vinte dias que só consigo dormir bêbado. Não estou com depressão, mas é um momento ruim que, espero, uma hora vai passar”. Apesar de não se considerar em depressão, ele reconhece estar passando por um momento difícil e mantém a esperança de superá-lo.
Sua trajetória no boxe começou aos 16 anos, incentivado por Raimundo de Oliveira, o Sergipe, referência no esporte. Com esforço e dedicação, alcançou o topo em 2007 ao conquistar o ouro no Pan e foi recebido como herói em Salvador. No entanto, a falta de reconhecimento e apoio contínuo o deixou lutando para sobreviver no dia a dia.
Hoje, ele pondera sobre a falta de reconhecimento dado a atletas de modalidades menos populares. “Conquistei o título de campeão dos Jogos Pan-Americanos, um dos maiores, e veja como está minha situação financeira. Todos os campeões deveriam ser valorizados”, desabafa, expressando a dura realidade enfrentada por muitos esportistas brasileiros.