Copom eleva taxa de juros e pede ajustes na economia ao governo Federal
O Comitê de Política Monetária, o Copom, do Banco Central, elevou a taxa básica da economia, a Selic; de 2,75% para 3,50% ao ano. A decisão unânime foi tomada nesta quarta-feira (5), na 238ª reunião do Comitê. A alta de 0,75 ponto percentual na taxa básica era esperada pelo mercado e da continuidade ao novo […]
PORRedação SRzd5/5/2021|
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Fachada do Ministério da Economia Foto: Hoana Gonçalves - Ministério da Economia
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O Comitê de Política Monetária, o Copom, do Banco Central, elevou a taxa básica da economia, a Selic; de 2,75% para 3,50% ao ano.
A decisão unânime foi tomada nesta quarta-feira (5), na 238ª reunião do Comitê. A alta de 0,75 ponto percentual na taxa básica era esperada pelo mercado e da continuidade ao novo ciclo de alta dos juros básicos iniciado na última reunião do colegiado, em 17 de março. Pelas projeções do mercado, a Selic deve encerrar 2021 em 5,50% ao ano, conforme dados do boletim Focus, do BC.
Na próxima reunião, o Comitê informa que “antevê a continuação do processo de normalização parcial do estímulo monetário com outro ajuste da mesma magnitude”:
“O Copom ressalta que essa visão continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”, informou em nota divulgada para a imprensa.
No mesmo comunicado, o Comitê reiterou a necessidade de o governo persistir na agenda de reformas e ajustes necessários na economia brasileira: “O Comitê ressalta, ainda, que questionamentos sobre a continuidade das reformas e alterações de caráter permanente no processo de ajuste das contas públicas podem elevar a taxa de juros estrutural da economia”.
O Comitê de Política Monetária, o Copom, do Banco Central, elevou a taxa básica da economia, a Selic; de 2,75% para 3,50% ao ano.
A decisão unânime foi tomada nesta quarta-feira (5), na 238ª reunião do Comitê. A alta de 0,75 ponto percentual na taxa básica era esperada pelo mercado e da continuidade ao novo ciclo de alta dos juros básicos iniciado na última reunião do colegiado, em 17 de março. Pelas projeções do mercado, a Selic deve encerrar 2021 em 5,50% ao ano, conforme dados do boletim Focus, do BC.
Na próxima reunião, o Comitê informa que “antevê a continuação do processo de normalização parcial do estímulo monetário com outro ajuste da mesma magnitude”:
“O Copom ressalta que essa visão continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”, informou em nota divulgada para a imprensa.
No mesmo comunicado, o Comitê reiterou a necessidade de o governo persistir na agenda de reformas e ajustes necessários na economia brasileira: “O Comitê ressalta, ainda, que questionamentos sobre a continuidade das reformas e alterações de caráter permanente no processo de ajuste das contas públicas podem elevar a taxa de juros estrutural da economia”.