Crédito mais caro; taxa de juros sobe e chega ao maior patamar em 4 anos

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O Copom, Comitê de Política Monetária, decidiu, nesta quarta-feira (8), aumentar a taxa Selic, mecanismo de taxa básica da economia e que regula os juros no país, em 1,5%. Agora, o índice, que estava em  7,75%, fica em 9,25% ao ano. Esta é a sétima alta consecutiva e coloca o indicador no maior patamar em […]

POR Redação SRzd 8/12/2021| 1 min de leitura

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O Copom, Comitê de Política Monetária, decidiu, nesta quarta-feira (8), aumentar a taxa Selic, mecanismo de taxa básica da economia e que regula os juros no país, em 1,5%. Agora, o índice, que estava em  7,75%, fica em 9,25% ao ano. Esta é a sétima alta consecutiva e coloca o indicador no maior patamar em […]

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O Copom, Comitê de Política Monetária, decidiu, nesta quarta-feira (8), aumentar a taxa Selic, mecanismo de taxa básica da economia e que regula os juros no país, em 1,5%.

Agora, o índice, que estava em  7,75%, fica em 9,25% ao ano. Esta é a sétima alta consecutiva e coloca o indicador no maior patamar em pouco mais de quatro anos, desde julho de 2017.

A medida vai na direção de controlar a inflação que, no acumulado dos últimos 12 meses, superou a barreira dos dois dígitos e está em 10,67%, segundo o IPCA, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.

Para a população, a taxa elevada aumenta o custo de pagamentos no crédito, tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas, o que desestimula o consumo. A taxa é referência para qualquer linha de crédito como empréstimos, financiamentos imobiliários e cartões de crédito.

O Copom, Comitê de Política Monetária, decidiu, nesta quarta-feira (8), aumentar a taxa Selic, mecanismo de taxa básica da economia e que regula os juros no país, em 1,5%.

Agora, o índice, que estava em  7,75%, fica em 9,25% ao ano. Esta é a sétima alta consecutiva e coloca o indicador no maior patamar em pouco mais de quatro anos, desde julho de 2017.

A medida vai na direção de controlar a inflação que, no acumulado dos últimos 12 meses, superou a barreira dos dois dígitos e está em 10,67%, segundo o IPCA, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.

Para a população, a taxa elevada aumenta o custo de pagamentos no crédito, tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas, o que desestimula o consumo. A taxa é referência para qualquer linha de crédito como empréstimos, financiamentos imobiliários e cartões de crédito.

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