Edson Fachin nega quebra de sigilo de Temer, mas autoriza a de ministros

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O ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Polícia Federal de quebra do sigilo telefônico de Michel Temer no inquérito para apurar as revelações de delatores da Odebrecht sobre o repasse de R$ 10 milhões para o grupo político do presidente. No entanto, Fachin autorizou a medida contra os ministros […]

POR Redação SRzd 7/6/2018| 1 min de leitura

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Edson Fachin. Foto: Lula Marques/Fotos Públicas

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O ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Polícia Federal de quebra do sigilo telefônico de Michel Temer no inquérito para apurar as revelações de delatores da Odebrecht sobre o repasse de R$ 10 milhões para o grupo político do presidente.

No entanto, Fachin autorizou a medida contra os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energias), alvos da mesma investigação. A quebra de sigilo telefônico não possibilita a recuperação do conteúdo das conversas, mas consegue mapear em qual horário e para quem foram feitas as ligações.

A decisão segue o entendimento da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que não defendeu a quebra do sigilo de Temer, embora tenha se manifestado de forma favorável aos demais investigados.

A solicitação feita pela Polícia Federal abrange o período de 2014, quando teria ocorrido a reunião e os repasses por meio de operadores da empreiteira baiana. O repasse teria sido acordado em uma reunião no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente da República.

Leia também:

– Governo ainda não cumpriu promessas feitas aos caminhoneiros

O ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Polícia Federal de quebra do sigilo telefônico de Michel Temer no inquérito para apurar as revelações de delatores da Odebrecht sobre o repasse de R$ 10 milhões para o grupo político do presidente.

No entanto, Fachin autorizou a medida contra os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energias), alvos da mesma investigação. A quebra de sigilo telefônico não possibilita a recuperação do conteúdo das conversas, mas consegue mapear em qual horário e para quem foram feitas as ligações.

A decisão segue o entendimento da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que não defendeu a quebra do sigilo de Temer, embora tenha se manifestado de forma favorável aos demais investigados.

A solicitação feita pela Polícia Federal abrange o período de 2014, quando teria ocorrido a reunião e os repasses por meio de operadores da empreiteira baiana. O repasse teria sido acordado em uma reunião no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente da República.

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