Enem 2020: como se preparar para o segundo dia de prova?

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A segunda e última prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 acontece no dia 24 de janeiro em todo o Brasil. Após enfrentarem a Redação e as questões de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias, os candidatos terão o desafio de fazer uma prova mais conteudista, com 45 […]

POR Redação SRzd 20/1/2021| 3 min de leitura

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A segunda e última prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 acontece no dia 24 de janeiro em todo o Brasil. Após enfrentarem a Redação e as questões de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias, os candidatos terão o desafio de fazer uma prova mais conteudista, com 45 […]

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A segunda e última prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 acontece no dia 24 de janeiro em todo o Brasil. Após enfrentarem a Redação e as questões de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias, os candidatos terão o desafio de fazer uma prova mais conteudista, com 45 questões de Matemática e 45 de Ciências da Natureza.

Para o diretor do curso pré-vestibular e autor de Química do Sistema de Ensino pH Pedro César Fiorett, é interessante que o aluno concilie momentos de descanso e de preparo na semana que antecede essa segunda etapa.

“Os estudantes devem diminuir um pouco o ritmo, focando nos conteúdos que têm mais dificuldade. Um bom treino é fazer um simulado de Matemática e Ciências da Natureza nas condições da prova, ou seja, usando máscara, sem ar-condicionado, sem celular, dentro do tempo, com água e lanche.”

Por ser uma prova mais técnica, uma boa estratégia é começar pelas questões mais fáceis, mas não só. “Iniciar a prova pela disciplina que possui mais familiaridade alinhada com aquela que tiver mais peso para a instituição de maior interesse”, ressalta o diretor. Portanto, conhecer o processo seletivo da instituição onde pretende ingressar também faz parte da preparação, já que as universidades têm liberdade para atribuir pesos diferentes para cada área do conhecimento de acordo com o curso.

Os alunos podem se deparar com algum conteúdo que não se lembram ou alguma questão que não saibam como resolver. Nesses casos, eles devem estar cientes da forma de correção utilizada no exame. O chute não é uma alternativa recomentada, pois o TRI, algoritmo usado para corrigir o Enem, consegue identificar se o candidato de fato sabia a resposta pelo padrão de erros e acertos. Mas, se for realmente necessário, Fiorett sugere eliminar primeiro as respostas “impossíveis ou improváveis”, realizando um chute mais “seguro”.

Por mais que sejam provas distintas, o especialista tranquiliza os estudantes lembrando que, apesar de exigir mais conteúdo, a segunda prova ainda conta com bastante interpretação de texto.

“Não é perfil do Enem trabalhar com ‘pegadinhas’. O mais importante é ler o enunciado com atenção, destacar os trechos mais relevantes e, se for o caso, pular a questão e retornar nela mais tarde, com mais tranquilidade”, finaliza.










A segunda e última prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 acontece no dia 24 de janeiro em todo o Brasil. Após enfrentarem a Redação e as questões de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias, os candidatos terão o desafio de fazer uma prova mais conteudista, com 45 questões de Matemática e 45 de Ciências da Natureza.

Para o diretor do curso pré-vestibular e autor de Química do Sistema de Ensino pH Pedro César Fiorett, é interessante que o aluno concilie momentos de descanso e de preparo na semana que antecede essa segunda etapa.

“Os estudantes devem diminuir um pouco o ritmo, focando nos conteúdos que têm mais dificuldade. Um bom treino é fazer um simulado de Matemática e Ciências da Natureza nas condições da prova, ou seja, usando máscara, sem ar-condicionado, sem celular, dentro do tempo, com água e lanche.”

Por ser uma prova mais técnica, uma boa estratégia é começar pelas questões mais fáceis, mas não só. “Iniciar a prova pela disciplina que possui mais familiaridade alinhada com aquela que tiver mais peso para a instituição de maior interesse”, ressalta o diretor. Portanto, conhecer o processo seletivo da instituição onde pretende ingressar também faz parte da preparação, já que as universidades têm liberdade para atribuir pesos diferentes para cada área do conhecimento de acordo com o curso.

Os alunos podem se deparar com algum conteúdo que não se lembram ou alguma questão que não saibam como resolver. Nesses casos, eles devem estar cientes da forma de correção utilizada no exame. O chute não é uma alternativa recomentada, pois o TRI, algoritmo usado para corrigir o Enem, consegue identificar se o candidato de fato sabia a resposta pelo padrão de erros e acertos. Mas, se for realmente necessário, Fiorett sugere eliminar primeiro as respostas “impossíveis ou improváveis”, realizando um chute mais “seguro”.

Por mais que sejam provas distintas, o especialista tranquiliza os estudantes lembrando que, apesar de exigir mais conteúdo, a segunda prova ainda conta com bastante interpretação de texto.

“Não é perfil do Enem trabalhar com ‘pegadinhas’. O mais importante é ler o enunciado com atenção, destacar os trechos mais relevantes e, se for o caso, pular a questão e retornar nela mais tarde, com mais tranquilidade”, finaliza.










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