Erika Hilton: a primeira mulher negra e travesti eleita na cidade de São Paulo
O resultado do primeiro turno das eleições de 2020 já pode ser considerado histórico para o movimento LGBT, em especial para as travestis e transexuais. A cidade de São Paulo elegeu a primeira mulher negra e travesti, Erika Hilton. A candidata pelo PSOL à Câmara Municipal da São Paulo, Hilton ganhou notoriedade em 2018, quando […]
PORRedação SRzd16/11/2020|
2 min de leitura
Erika Hilton. Foto: Reprodução de Internet
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O resultado do primeiro turno das eleições de 2020 já pode ser considerado histórico para o movimento LGBT, em especial para as travestis e transexuais. A cidade de São Paulo elegeu a primeira mulher negra e travesti, Erika Hilton.
A candidata pelo PSOL à Câmara Municipal da São Paulo, Hilton ganhou notoriedade em 2018, quando foi eleita codeputada à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo pela Bancada Ativista (PSOL). Desde então, a sua atuação no movimento LGBT e na luta antirracista se tornou referência em São Paulo. Hilton foi a sexta vereadora mais votada com 50.477 votos. Veja a lista completa.
No seu discurso de vitória, postado nas redes sociais, Erika Hilton afirmou que, para chegar aonde chegou, muitas outras travestis morreram e que a sua geração está “viva, raivosa e sedenta de justiça”.
O resultado do primeiro turno das eleições de 2020 já pode ser considerado histórico para o movimento LGBT, em especial para as travestis e transexuais. A cidade de São Paulo elegeu a primeira mulher negra e travesti, Erika Hilton.
A candidata pelo PSOL à Câmara Municipal da São Paulo, Hilton ganhou notoriedade em 2018, quando foi eleita codeputada à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo pela Bancada Ativista (PSOL). Desde então, a sua atuação no movimento LGBT e na luta antirracista se tornou referência em São Paulo. Hilton foi a sexta vereadora mais votada com 50.477 votos. Veja a lista completa.
No seu discurso de vitória, postado nas redes sociais, Erika Hilton afirmou que, para chegar aonde chegou, muitas outras travestis morreram e que a sua geração está “viva, raivosa e sedenta de justiça”.