Escola lamenta morte de jovem agredido após briga e 16 dias de internação no DF
Distrito Federal. A escola onde estudava Rodrigo Castanheira, de 16 anos, divulgou nota nas redes sociais lamentando o falecimento do adolescente, confirmada após diagnóstico de morte cerebral neste sábado (7). Agredido em Vicente Pires, ficou 16 dias internado em estado gravíssimo em um hospital particular de Águas Claras, no Distrito Federal. A morte foi confirmada […]
PORRedação SRzd7/2/2026|
2 min de leitura
Escola lamenta morte de jovem agredido após briga e 16 dias de internação no DF
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Distrito Federal. A escola onde estudava Rodrigo Castanheira, de 16 anos, divulgou nota nas redes sociais lamentando o falecimento do adolescente, confirmada após diagnóstico de morte cerebral neste sábado (7).
Agredido em Vicente Pires, ficou 16 dias internado em estado gravíssimo em um hospital particular de Águas Claras, no Distrito Federal.
A morte foi confirmada pelo advogado da família, Albert Halex.
O jovem estava em coma induzido desde a madrugada do dia 23 de janeiro, quando foi agredido em uma briga na porta de um condomínio pelo piloto Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos.
Durante as agressões, ele bateu a cabeça na porta de um carro, sofreu traumatismo craniano e chegou a ter uma parada cardiorrespiratória de 12 minutos.
Pedro Turra cumpre prisão preventiva no Centro de Detenção Provisória (CDP), no Complexo Penitenciária da Papuda, desde 2 de fevereiro.
Ele é inicialmente investigado por deixar um adolescente de 16 anos em coma após uma sequência de socos.
Na última sexta-feira (6), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de habeas corpus do piloto e empresário Pedro Arthur Turra Basso. O pedido foi apresentado pela defesa do piloto, em 4 de fevereiro.
Distrito Federal. A escola onde estudava Rodrigo Castanheira, de 16 anos, divulgou nota nas redes sociais lamentando o falecimento do adolescente, confirmada após diagnóstico de morte cerebral neste sábado (7).
Agredido em Vicente Pires, ficou 16 dias internado em estado gravíssimo em um hospital particular de Águas Claras, no Distrito Federal.
A morte foi confirmada pelo advogado da família, Albert Halex.
O jovem estava em coma induzido desde a madrugada do dia 23 de janeiro, quando foi agredido em uma briga na porta de um condomínio pelo piloto Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos.
Durante as agressões, ele bateu a cabeça na porta de um carro, sofreu traumatismo craniano e chegou a ter uma parada cardiorrespiratória de 12 minutos.
Pedro Turra cumpre prisão preventiva no Centro de Detenção Provisória (CDP), no Complexo Penitenciária da Papuda, desde 2 de fevereiro.
Ele é inicialmente investigado por deixar um adolescente de 16 anos em coma após uma sequência de socos.
Na última sexta-feira (6), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de habeas corpus do piloto e empresário Pedro Arthur Turra Basso. O pedido foi apresentado pela defesa do piloto, em 4 de fevereiro.