Estudante é expulso da Universidade de São Paulo por fraudar cotas raciais

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Um estudante do curso de relações internacionais foi expulso da Universidade de São Paulo (USP) nesta segunda-feira (12) sob alegação de fraudar cotas raciais e sociais. Trata-se do primeiro julgamento de fraude da história da universidade em 193 anos de existência, embora outros casos tenham sido abertos para apuração. Segundo reportagem do jornal “Folha de […]

POR Redação SRzd 13/7/2020| 2 min de leitura

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Universidade de São Paulo. Foto: Reprodução

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Um estudante do curso de relações internacionais foi expulso da Universidade de São Paulo (USP) nesta segunda-feira (12) sob alegação de fraudar cotas raciais e sociais. Trata-se do primeiro julgamento de fraude da história da universidade em 193 anos de existência, embora outros casos tenham sido abertos para apuração.

Segundo reportagem do jornal “Folha de S.Paulo”, Braz Cardoso Neto de vinte anos, alegou ser pardo, ter ascendência negra e ser de baixa renda, mas falhou em comprovar a declaração. A comissão responsável pelo julgamento explicou que o jovem enviou fotos de pessoas negras que alegou serem seus avós, mas não compartilhou
com os membros do comitê dados que comprovassem parentesco.

Braz Cardoso Neto é acusado de fraudar cota. Foto: Reprodução
Braz Cardoso Neto é acusado de fraudar cota. Foto: Reprodução

A renda familiar do rapaz, de R$ 4 mil para quatro pessoas, também não foi comprovada aos membros da comissão. A publicação ainda informa que “o jovem viajava constantemente, inclusive para fora do país e, segundo oitivas de colegas de turma, seu meio de transporte era um carro particular”.










Um estudante do curso de relações internacionais foi expulso da Universidade de São Paulo (USP) nesta segunda-feira (12) sob alegação de fraudar cotas raciais e sociais. Trata-se do primeiro julgamento de fraude da história da universidade em 193 anos de existência, embora outros casos tenham sido abertos para apuração.

Segundo reportagem do jornal “Folha de S.Paulo”, Braz Cardoso Neto de vinte anos, alegou ser pardo, ter ascendência negra e ser de baixa renda, mas falhou em comprovar a declaração. A comissão responsável pelo julgamento explicou que o jovem enviou fotos de pessoas negras que alegou serem seus avós, mas não compartilhou
com os membros do comitê dados que comprovassem parentesco.

Braz Cardoso Neto é acusado de fraudar cota. Foto: Reprodução
Braz Cardoso Neto é acusado de fraudar cota. Foto: Reprodução

A renda familiar do rapaz, de R$ 4 mil para quatro pessoas, também não foi comprovada aos membros da comissão. A publicação ainda informa que “o jovem viajava constantemente, inclusive para fora do país e, segundo oitivas de colegas de turma, seu meio de transporte era um carro particular”.










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