Ex-jogador Viola, tetracampeão em 1994, é condenado a três anos de prisão
Futebol. Paulo Sérgio Rosa, o Viola, ex-jogador de futebol de 57 anos, foi condenado a três anos e dez dias de prisão em regime aberto. Ídolo do Corinthians e com passagens por Vasco, Palmeiras, Santos e tetracampeão do mundo com a seleção brasileira em 1994, ele foi julgado pelo porte ilegal de um silenciador de […]
PORRedação SRzd25/2/2026|
2 min de leitura
Viola. Foto: Reprodução de vídeo
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Futebol. Paulo Sérgio Rosa, o Viola, ex-jogador de futebol de 57 anos, foi condenado a três anos e dez dias de prisão em regime aberto.
Ídolo do Corinthians e com passagens por Vasco, Palmeiras, Santos e tetracampeão do mundo com a seleção brasileira em 1994, ele foi julgado pelo porte ilegal de um silenciador de arma de fogo de uso restrito e de munições para uma espingarda calibre .12 e para um revólver calibre .32 no ano de 2012, quando ficou preso por cinco dias na cadeia pública de Carapicuíba, na Grande São Paulo, após ser detido na sua casa, na cidade de Santana de Parnaíba.
Na ocasião, Viola se trancou em casa com o filho depois de ter perdido a guarda dele para a ex-mulher. A polícia foi até o local e encontrou a arma e as munições. O processo foi aberto em 2012 pela sua ex-esposa.
O ex-atleta alegou na ocasião que as munições encontradas eram compatíveis com armas que ele tinha porte. Ainda segundo sua defesa, o silenciador era de um cunhado policial que “praticamente vivia em sua casa”.
Na condenação, o juiz Gustavo Nardi afirmou que as munições apreendidas não tinham relação com as armas autorizadas de Viola. Além disso, para o magistrado, o fato de o silenciador supostamente pertencer ao cunhado falecido também não anula a conduta ilegal de manter o equipamento em casa.
A pena foi convertida em prestação de serviços comunitários e o ex-jogador, que ainda não se manifestou e também terá de pagar multa no valor de um salário mínimo vigente na época dos fatos, ainda pode recorrer da decisão.
Futebol. Paulo Sérgio Rosa, o Viola, ex-jogador de futebol de 57 anos, foi condenado a três anos e dez dias de prisão em regime aberto.
Ídolo do Corinthians e com passagens por Vasco, Palmeiras, Santos e tetracampeão do mundo com a seleção brasileira em 1994, ele foi julgado pelo porte ilegal de um silenciador de arma de fogo de uso restrito e de munições para uma espingarda calibre .12 e para um revólver calibre .32 no ano de 2012, quando ficou preso por cinco dias na cadeia pública de Carapicuíba, na Grande São Paulo, após ser detido na sua casa, na cidade de Santana de Parnaíba.
Na ocasião, Viola se trancou em casa com o filho depois de ter perdido a guarda dele para a ex-mulher. A polícia foi até o local e encontrou a arma e as munições. O processo foi aberto em 2012 pela sua ex-esposa.
O ex-atleta alegou na ocasião que as munições encontradas eram compatíveis com armas que ele tinha porte. Ainda segundo sua defesa, o silenciador era de um cunhado policial que “praticamente vivia em sua casa”.
Na condenação, o juiz Gustavo Nardi afirmou que as munições apreendidas não tinham relação com as armas autorizadas de Viola. Além disso, para o magistrado, o fato de o silenciador supostamente pertencer ao cunhado falecido também não anula a conduta ilegal de manter o equipamento em casa.
A pena foi convertida em prestação de serviços comunitários e o ex-jogador, que ainda não se manifestou e também terá de pagar multa no valor de um salário mínimo vigente na época dos fatos, ainda pode recorrer da decisão.