Felicidade no trabalho deixa de ser tendência e passa a ser estratégia nas empresas

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Mundo do trabalho. A construção de ambientes de trabalho mais saudáveis deixou de ser apenas uma tendência e passou a ocupar um papel estratégico dentro das organizações. Esse foi o principal destaque do webinar “Felicidade no trabalho como estratégia de performance”, promovido pela Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM). Realizado de forma on-line, o […]

POR Redação SRzd 30/3/2026| 4 min de leitura

Carteira de trabalho. Foto: Reprodução

Carteira de trabalho. Foto: Reprodução

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Mundo do trabalho. A construção de ambientes de trabalho mais saudáveis deixou de ser apenas uma tendência e passou a ocupar um papel estratégico dentro das organizações. Esse foi o principal destaque do webinar “Felicidade no trabalho como estratégia de performance”, promovido pela Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM).

Realizado de forma on-line, o encontro reuniu profissionais interessados em compreender como o bem-estar no ambiente corporativo pode impactar diretamente indicadores como produtividade, engajamento e resultados sustentáveis. A mediação foi conduzida por Vando Andrade, supervisor de vendas do Grupo Vika, que abriu o evento destacando a importância do tema e, na sequência, passou a palavra para a palestrante Priscilla Kabakian, COO do Grupo Vika.

Ao longo da apresentação, Priscilla trouxe uma abordagem prática e sistêmica sobre o tema, reforçando que a felicidade no trabalho não deve ser vista como um fim em si mesma, mas como parte de um ciclo que sustenta a performance organizacional. “A felicidade no trabalho não é o final do processo. Ela é parte do mecanismo que gera performance”, afirmou.

Um ciclo que conecta pessoas e resultados

Durante a apresentação, a especialista destacou que ambientes de alta performance são construídos a partir de um ciclo estruturado que envolve liderança saudável, segurança psicológica, energia no trabalho, colaboração, inovação e, por fim, resultados sustentáveis.

Segundo ela, esse processo começa pela atuação das lideranças e pela criação de um ambiente seguro, no qual as pessoas se sintam à vontade para contribuir, se posicionar e inovar. “A felicidade no trabalho se apoia em dois pilares: resultados e relacionamentos. Não existe performance sustentável sem cuidar disso”, explicou.

A palestrante também enfatizou a importância do pensamento sistêmico dentro das organizações, destacando que decisões, cultura, comportamento e desempenho estão diretamente conectados. “Tudo está interligado: pessoas, decisões, cultura e performance. Quando a empresa entende isso, ela passa a agir de forma mais estratégica pensando meios para tornar o dia a dia mais confortável para os colaboradores e para a saúde da empresa”, pontuou.

Liderança e cultura como fatores-chave

Outro ponto central da discussão foi o papel da liderança na construção de ambientes mais produtivos e saudáveis. De acordo com Priscilla, líderes têm influência direta na forma como as equipes se engajam e performam. “Times de alta performance surgem em ambientes que investem em prevenção. Liderança positiva e comunicação clara criam ambientes psicologicamente seguros”, destacou.

A especialista também trouxe reflexões práticas sobre os desafios enfrentados pelas organizações na implementação desse tipo de cultura, especialmente em contextos onde o tema ainda enfrenta resistência.

Durante o momento de perguntas e respostas, uma das questões levantadas foi como convencer lideranças sobre a importância do tema. Para Priscilla, a mudança começa de forma gradual. “É um trabalho de formiguinha. Muitas vezes, mesmo sem ocupar um cargo formal de liderança, é possível influenciar trazendo aprendizados, compartilhando experiências e conduzindo pequenas mudanças no dia a dia”, explicou.

Quebrando resistências e mitos

Outro ponto debatido foi a percepção de que o tema da felicidade no trabalho pode ser visto como algo superficial ou pouco relevante dentro das organizações. Segundo a especialista, essa visão não se sustenta diante de evidências e resultados práticos. “Felicidade é estratégia. Se fosse irrelevante, não existiriam leis, estudos e dados mostrando que as empresas têm muito a ganhar ao investir nisso”, afirmou.

Ela também reforçou que, ao contrário de modismos passageiros, o tema está diretamente ligado à sustentabilidade dos negócios. “Não é uma moda. Os estudos mostram que, quando isso não é pensado de forma estruturada, a empresa pode enfrentar problemas no curto e médio prazo”, completou.

Engajamento e percepção dos participantes

Ao final do encontro, os participantes foram convidados a resumir a experiência do webinar em uma palavra. O resultado foi uma nuvem composta por termos positivos, associados ao aprendizado, reflexão e relevância do tema. Para a palestrante, esse retorno reforça o impacto do conteúdo apresentado. “Essa é uma tarefa que dá trabalho, mas também traz resultados reais”, concluiu.

O webinar integra as iniciativas da ABM voltadas à difusão de conhecimento e ao debate de temas estratégicos para o desenvolvimento das organizações, reforçando a importância de modelos de gestão que conciliem desempenho e bem-estar no ambiente de trabalho.

Rodapé - brasil

Mundo do trabalho. A construção de ambientes de trabalho mais saudáveis deixou de ser apenas uma tendência e passou a ocupar um papel estratégico dentro das organizações. Esse foi o principal destaque do webinar “Felicidade no trabalho como estratégia de performance”, promovido pela Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM).

Realizado de forma on-line, o encontro reuniu profissionais interessados em compreender como o bem-estar no ambiente corporativo pode impactar diretamente indicadores como produtividade, engajamento e resultados sustentáveis. A mediação foi conduzida por Vando Andrade, supervisor de vendas do Grupo Vika, que abriu o evento destacando a importância do tema e, na sequência, passou a palavra para a palestrante Priscilla Kabakian, COO do Grupo Vika.

Ao longo da apresentação, Priscilla trouxe uma abordagem prática e sistêmica sobre o tema, reforçando que a felicidade no trabalho não deve ser vista como um fim em si mesma, mas como parte de um ciclo que sustenta a performance organizacional. “A felicidade no trabalho não é o final do processo. Ela é parte do mecanismo que gera performance”, afirmou.

Um ciclo que conecta pessoas e resultados

Durante a apresentação, a especialista destacou que ambientes de alta performance são construídos a partir de um ciclo estruturado que envolve liderança saudável, segurança psicológica, energia no trabalho, colaboração, inovação e, por fim, resultados sustentáveis.

Segundo ela, esse processo começa pela atuação das lideranças e pela criação de um ambiente seguro, no qual as pessoas se sintam à vontade para contribuir, se posicionar e inovar. “A felicidade no trabalho se apoia em dois pilares: resultados e relacionamentos. Não existe performance sustentável sem cuidar disso”, explicou.

A palestrante também enfatizou a importância do pensamento sistêmico dentro das organizações, destacando que decisões, cultura, comportamento e desempenho estão diretamente conectados. “Tudo está interligado: pessoas, decisões, cultura e performance. Quando a empresa entende isso, ela passa a agir de forma mais estratégica pensando meios para tornar o dia a dia mais confortável para os colaboradores e para a saúde da empresa”, pontuou.

Liderança e cultura como fatores-chave

Outro ponto central da discussão foi o papel da liderança na construção de ambientes mais produtivos e saudáveis. De acordo com Priscilla, líderes têm influência direta na forma como as equipes se engajam e performam. “Times de alta performance surgem em ambientes que investem em prevenção. Liderança positiva e comunicação clara criam ambientes psicologicamente seguros”, destacou.

A especialista também trouxe reflexões práticas sobre os desafios enfrentados pelas organizações na implementação desse tipo de cultura, especialmente em contextos onde o tema ainda enfrenta resistência.

Durante o momento de perguntas e respostas, uma das questões levantadas foi como convencer lideranças sobre a importância do tema. Para Priscilla, a mudança começa de forma gradual. “É um trabalho de formiguinha. Muitas vezes, mesmo sem ocupar um cargo formal de liderança, é possível influenciar trazendo aprendizados, compartilhando experiências e conduzindo pequenas mudanças no dia a dia”, explicou.

Quebrando resistências e mitos

Outro ponto debatido foi a percepção de que o tema da felicidade no trabalho pode ser visto como algo superficial ou pouco relevante dentro das organizações. Segundo a especialista, essa visão não se sustenta diante de evidências e resultados práticos. “Felicidade é estratégia. Se fosse irrelevante, não existiriam leis, estudos e dados mostrando que as empresas têm muito a ganhar ao investir nisso”, afirmou.

Ela também reforçou que, ao contrário de modismos passageiros, o tema está diretamente ligado à sustentabilidade dos negócios. “Não é uma moda. Os estudos mostram que, quando isso não é pensado de forma estruturada, a empresa pode enfrentar problemas no curto e médio prazo”, completou.

Engajamento e percepção dos participantes

Ao final do encontro, os participantes foram convidados a resumir a experiência do webinar em uma palavra. O resultado foi uma nuvem composta por termos positivos, associados ao aprendizado, reflexão e relevância do tema. Para a palestrante, esse retorno reforça o impacto do conteúdo apresentado. “Essa é uma tarefa que dá trabalho, mas também traz resultados reais”, concluiu.

O webinar integra as iniciativas da ABM voltadas à difusão de conhecimento e ao debate de temas estratégicos para o desenvolvimento das organizações, reforçando a importância de modelos de gestão que conciliem desempenho e bem-estar no ambiente de trabalho.

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