Funaro revela que Temer se beneficiou de propina de Angra 3
O corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro afirmou, em delação homologada pelo ministro Edson Fachin, que o presidente Michel Temer sempre soube dos pagamentos de propina e se beneficiou do esquema no contrato de Angra 3. Detido no presídio da Papuda, em Brasília, Funaro elencou quatro pessoas como operadores do presidente: José Yunes, seu ex- […]
PORRedação SRzd12/9/2017|
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Funaro e Temer. Foto: Reprodução
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O corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro afirmou, em delação homologada pelo ministro Edson Fachin, que o presidente Michel Temer sempre soube dos pagamentos de propina e se beneficiou do esquema no contrato de Angra 3.
Detido no presídio da Papuda, em Brasília, Funaro elencou quatro pessoas como operadores do presidente: José Yunes, seu ex- assessor, Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura, Marcelo Azeredo e o coronel João Batista Lima Filho.
De acordo com o relato, divulgado pelo site “O Globo”, Yunes seria o principal intermediário e usava a empresa de Lima, a Argeplan, para lavar os ganhos indevidos com o contrato de Angra 3.
Delatores de empreiteiras – UTC, Andrade Gutierez e Camargo Corrêa – já relataram à Lava-Jato que houve propina envolvendo o PMDB na obra. Rossi e Azeredo, disse Funaro, operavam as propinas do Porto de Santos.
Em termos de depoimentos à PF que vieram a público em junho passado, Funaro já havia dito que entregou ou mandou entregar, “a mando do presidente Michel Temer (PMDB-SP)”, valores para a campanha eleitoral de Chalita.
Além de Chalita, Funaro apontou os nomes de Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Moreira Franco, Romero Jucá, Reinaldo Azambuja, Delcídio do Amaral e Sérgio de Souza, entre outros, como beneficiários de pagamentos.
O corretor declarou que “operava nas duas vice-presidências da Caixa Econômica sob influência política do PMDB na Câmara”, ou seja, a Vice-presidência de Fundo de Governo e Loterias (Vifug) e a Vice-presidência de Pessoa Jurídica.
O corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro afirmou, em delação homologada pelo ministro Edson Fachin, que o presidente Michel Temer sempre soube dos pagamentos de propina e se beneficiou do esquema no contrato de Angra 3.
Detido no presídio da Papuda, em Brasília, Funaro elencou quatro pessoas como operadores do presidente: José Yunes, seu ex- assessor, Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura, Marcelo Azeredo e o coronel João Batista Lima Filho.
De acordo com o relato, divulgado pelo site “O Globo”, Yunes seria o principal intermediário e usava a empresa de Lima, a Argeplan, para lavar os ganhos indevidos com o contrato de Angra 3.
Delatores de empreiteiras – UTC, Andrade Gutierez e Camargo Corrêa – já relataram à Lava-Jato que houve propina envolvendo o PMDB na obra. Rossi e Azeredo, disse Funaro, operavam as propinas do Porto de Santos.
Em termos de depoimentos à PF que vieram a público em junho passado, Funaro já havia dito que entregou ou mandou entregar, “a mando do presidente Michel Temer (PMDB-SP)”, valores para a campanha eleitoral de Chalita.
Além de Chalita, Funaro apontou os nomes de Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Moreira Franco, Romero Jucá, Reinaldo Azambuja, Delcídio do Amaral e Sérgio de Souza, entre outros, como beneficiários de pagamentos.
O corretor declarou que “operava nas duas vice-presidências da Caixa Econômica sob influência política do PMDB na Câmara”, ou seja, a Vice-presidência de Fundo de Governo e Loterias (Vifug) e a Vice-presidência de Pessoa Jurídica.