General Ramos nega golpe, mas faz alerta para a oposição ‘não esticar a corda’

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O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, rechaçou qualquer possibilidade de um golpe militar no país e afirmou não haver motivos para se cogitar um processo de impeachment ou afastamento do presidente Jair Bolsonaro , seja no Congresso ou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ramos, que é general da ativa, afirmou em entrevista […]

POR Redação SRzd 12/6/2020| 2 min de leitura

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Luiz Eduardo Ramos. Foto: Anderson Riedel/PR

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O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, rechaçou qualquer possibilidade de um golpe militar no país e afirmou não haver motivos para se cogitar um processo de impeachment ou afastamento do presidente Jair Bolsonaro , seja no Congresso ou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ramos, que é general da ativa, afirmou em entrevista à revista Veja publicada nesta sexta-feira (12) que esteve “disfarçado” na manifestação contra o racismo e o governo, em Brasília, no último domingo, e afirmou que depois de ter sido criticado por outros militares de alta patente por sua participação em um ato ao lado de Bolsonaro no mês passado, vai pedir a aposentadoria das Forças Armadas.

“É ultrajante e ofensivo dizer que as Forças Armadas, em particular o Exército, vão dar golpe, que as Forças Armadas vão quebrar o regime democrático. O próprio presidente nunca pregou o golpe. Agora o outro lado tem de entender também o seguinte: não estica a corda”, disse após ressaltar ter ficado assustado com as faixas de protesto na manifestação com acusações de fascismo ao governo Bolsonaro.

O general é quem controla as indicações para os cargos mais importantes, a aliança com o Centrão. Por ser general da ativa, também desperta algumas teorias conspiratórias que serviram de mote para os protestos do fim de semana.

Ele esteve disfarçado, de gorro e máscara, nas manifestações do último domingo contra Jair Bolsonaro e ouviu chamarem Bolsonaro de fascista e nazista: “O Hitler exterminou 6 milhões de judeus. Fora as outras desgraças. Comparar o presidente a Hitler é passar do ponto, e muito. Não contribui com nada para serenar os ânimos”.










O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, rechaçou qualquer possibilidade de um golpe militar no país e afirmou não haver motivos para se cogitar um processo de impeachment ou afastamento do presidente Jair Bolsonaro , seja no Congresso ou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ramos, que é general da ativa, afirmou em entrevista à revista Veja publicada nesta sexta-feira (12) que esteve “disfarçado” na manifestação contra o racismo e o governo, em Brasília, no último domingo, e afirmou que depois de ter sido criticado por outros militares de alta patente por sua participação em um ato ao lado de Bolsonaro no mês passado, vai pedir a aposentadoria das Forças Armadas.

“É ultrajante e ofensivo dizer que as Forças Armadas, em particular o Exército, vão dar golpe, que as Forças Armadas vão quebrar o regime democrático. O próprio presidente nunca pregou o golpe. Agora o outro lado tem de entender também o seguinte: não estica a corda”, disse após ressaltar ter ficado assustado com as faixas de protesto na manifestação com acusações de fascismo ao governo Bolsonaro.

O general é quem controla as indicações para os cargos mais importantes, a aliança com o Centrão. Por ser general da ativa, também desperta algumas teorias conspiratórias que serviram de mote para os protestos do fim de semana.

Ele esteve disfarçado, de gorro e máscara, nas manifestações do último domingo contra Jair Bolsonaro e ouviu chamarem Bolsonaro de fascista e nazista: “O Hitler exterminou 6 milhões de judeus. Fora as outras desgraças. Comparar o presidente a Hitler é passar do ponto, e muito. Não contribui com nada para serenar os ânimos”.










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