Geraldo Alckmin é indiciado por suspeita de lavagem de dinheiro, caixa dois e corrupção
O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi indiciado nesta quinta-feira (16), pela Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro, caixa dois e corrupção passiva. O indiciamento trata de financiamento ilegal de campanha pela Odebrecht. Além dele, o ex-tesoureiro de campanha do PSDB, Marcos Monteiro também foi indiciado O inquérito contra Alckmin está no […]
PORRedação SRzd16/7/2020|
2 min de leitura
O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi indiciado nesta quinta-feira (16), pela Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro, caixa dois e corrupção passiva. O indiciamento trata de financiamento ilegal de campanha pela Odebrecht. Além dele, o ex-tesoureiro de campanha do PSDB, Marcos Monteiro também foi indiciado O inquérito contra Alckmin está no […]
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O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi indiciado nesta quinta-feira (16), pela Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro, caixa dois e corrupção passiva. O indiciamento trata de financiamento ilegal de campanha pela Odebrecht. Além dele, o ex-tesoureiro de campanha do PSDB, Marcos Monteiro também foi indiciado
O inquérito contra Alckmin está no Ministério Público de São Paulo, que decide se arquiva a denúncia ou ordena novas diligências para aprofundar a apuração. Segundo a PF, o indiciamento faz parte da segunda fase da chamada “Lava Jato Eleitoral” de São Paulo.
O ex-governador é investigado desde 2017, quando ocorreu a delação premiada da Odebrecht. À época, o então diretor da empresa, Carlos Armando Paschoal, disse ter repassado R$ 2 milhões, via caixa dois, para a campanha de Alckmin ao governo de São Paulo, em 2010. Marcos Monteiro administrava os repasses.
Em nota publicada nas redes sociais, o PSDB se pronunciou sobre o caso por meio de seu presidente nacional, Bruno Araújo.
“Governador quatro vezes de São Paulo, quase cinco décadas de vida pública, médico, Geraldo Alckmin sempre levou uma vida modesta e de dedicação ao serviço público. É uma referência de correção e retidão na vida pública. Tem toda a confiança do PSDB”, afirmou.
O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi indiciado nesta quinta-feira (16), pela Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro, caixa dois e corrupção passiva. O indiciamento trata de financiamento ilegal de campanha pela Odebrecht. Além dele, o ex-tesoureiro de campanha do PSDB, Marcos Monteiro também foi indiciado
O inquérito contra Alckmin está no Ministério Público de São Paulo, que decide se arquiva a denúncia ou ordena novas diligências para aprofundar a apuração. Segundo a PF, o indiciamento faz parte da segunda fase da chamada “Lava Jato Eleitoral” de São Paulo.
O ex-governador é investigado desde 2017, quando ocorreu a delação premiada da Odebrecht. À época, o então diretor da empresa, Carlos Armando Paschoal, disse ter repassado R$ 2 milhões, via caixa dois, para a campanha de Alckmin ao governo de São Paulo, em 2010. Marcos Monteiro administrava os repasses.
Em nota publicada nas redes sociais, o PSDB se pronunciou sobre o caso por meio de seu presidente nacional, Bruno Araújo.
“Governador quatro vezes de São Paulo, quase cinco décadas de vida pública, médico, Geraldo Alckmin sempre levou uma vida modesta e de dedicação ao serviço público. É uma referência de correção e retidão na vida pública. Tem toda a confiança do PSDB”, afirmou.