GOLPISTAS: Exército prende 4 e 2 seguem foragidos por trama do 8 de janeiro
Brasil. O Exército Brasileiro e a Polícia Federal cumprem, nesta sexta-feira (10), mandados de prisão contra quatro militares condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação na tentativa de golpe de Estado em janeiro de 2023. As prisões foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que ordenou o início da execução das penas após rejeição […]
PORRedação SRzd10/4/2026|
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Golpistas invadiram Congresso, STF e Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Brasil. O Exército Brasileiro e a Polícia Federal cumprem, nesta sexta-feira (10), mandados de prisão contra quatro militares condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação na tentativa de golpe de Estado em janeiro de 2023.
As prisões foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que ordenou o início da execução das penas após rejeição de recursos apresentados pela defesa.
Os seis fazem parte do núcleo 4 da chamada trama golpista:
Ângelo Denicoli — major da reserva;
Giancarlo Rodrigues — subtenente;
Guilherme Almeida — tenente-coronel;
Ailton Gonçalves Moraes Barros, ex-major.
Segundo a investigação, o grupo atuava para disseminar informações falsas sobre as urnas eletrônicas como parte da estratégia para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no cargo. Jair hoje cumpre pena em casa.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, destacou ainda que o núcleo monitorou e realizou “ataques virtuais para um plano maior de ruptura com a ordem democrática”. Estão foragidos:
Reginaldo Abreu — coronel;
Carlos César Moretzsohn Rocha — presidente do Instituto Voto Legal.
O sexteto foi condenado pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
Brasil. O Exército Brasileiro e a Polícia Federal cumprem, nesta sexta-feira (10), mandados de prisão contra quatro militares condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação na tentativa de golpe de Estado em janeiro de 2023.
As prisões foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que ordenou o início da execução das penas após rejeição de recursos apresentados pela defesa.
Os seis fazem parte do núcleo 4 da chamada trama golpista:
Ângelo Denicoli — major da reserva;
Giancarlo Rodrigues — subtenente;
Guilherme Almeida — tenente-coronel;
Ailton Gonçalves Moraes Barros, ex-major.
Segundo a investigação, o grupo atuava para disseminar informações falsas sobre as urnas eletrônicas como parte da estratégia para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no cargo. Jair hoje cumpre pena em casa.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, destacou ainda que o núcleo monitorou e realizou “ataques virtuais para um plano maior de ruptura com a ordem democrática”. Estão foragidos:
Reginaldo Abreu — coronel;
Carlos César Moretzsohn Rocha — presidente do Instituto Voto Legal.
O sexteto foi condenado pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.