Governo pretende gastar R$ 435 mil com novas cortinas em tempos de Coronavírus
O governo estima um gasto de R$ 435 mil para renovar sua coleção de persianas e cortinas para seis prédios da Presidência. Segundo edital, o objetivo é adquirir persianas verticais e horizontais, cortinas e bandôs para os Palácios do Planalto, da Alvorada e do Jaburu, além da Granja do Torto e outros dois prédios. Ao […]
PORRedação SRzd31/3/2020|
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Interior do Palácio do Planalto. Foto: Reprodução
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O governo estima um gasto de R$ 435 mil para renovar sua coleção de persianas e cortinas para seis prédios da Presidência.
Segundo edital, o objetivo é adquirir persianas verticais e horizontais, cortinas e bandôs para os Palácios do Planalto, da Alvorada e do Jaburu, além da Granja do Torto e outros dois prédios.
Ao jornalista Guilherme Amado, da revista “Época”, o governo argumenta a compra dizendo que as persianas e cortinas contribuem “no controle de incidência dos raios solares nos ambientes internos, além de proporcionar conforto e segurança aos ocupantes das salas das unidades”.
À publicação, a Presidência afirmou que “considera importante à aquisição de persianas e afins, haja visto a necessidade de substituir materiais similares deteriorados naturalmente pelo uso” ao longo de várias décadas além de proporcionar maior eficiência ao consumo de energia elétrica.
O governo estima um gasto de R$ 435 mil para renovar sua coleção de persianas e cortinas para seis prédios da Presidência.
Segundo edital, o objetivo é adquirir persianas verticais e horizontais, cortinas e bandôs para os Palácios do Planalto, da Alvorada e do Jaburu, além da Granja do Torto e outros dois prédios.
Ao jornalista Guilherme Amado, da revista “Época”, o governo argumenta a compra dizendo que as persianas e cortinas contribuem “no controle de incidência dos raios solares nos ambientes internos, além de proporcionar conforto e segurança aos ocupantes das salas das unidades”.
À publicação, a Presidência afirmou que “considera importante à aquisição de persianas e afins, haja visto a necessidade de substituir materiais similares deteriorados naturalmente pelo uso” ao longo de várias décadas além de proporcionar maior eficiência ao consumo de energia elétrica.