Luto nas artes. O bailarino, coreógrafo e professor baiano Gilmar Sampaio, uma referência da dança no estado da Bahia, foi encontrado sem vida na terça-feira (21), em seu apartamento. Segundo a Associação Afro-brasileira Casa do Mensageiro Terreiro Ilê Axé Ojisé Olodumare (Afrocam), ele faleceu de causas naturais. Sampaio também era sacerdote do Candomblé. Em nota, […]
PORRedação SRzd22/4/2026|
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Gilmar Sampaio. Reprodução de vídeo
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Luto nas artes. O bailarino, coreógrafo e professor baiano Gilmar Sampaio, uma referência da dança no estado da Bahia, foi encontrado sem vida na terça-feira (21), em seu apartamento.
Segundo a Associação Afro-brasileira Casa do Mensageiro Terreiro Ilê Axé Ojisé Olodumare (Afrocam), ele faleceu de causas naturais.
Sampaio também era sacerdote do Candomblé.
Em nota, o Balé Teatro Castro Alves (BTCA), por meio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), destacou:
“Gilmar Sampaio foi um artista de trajetória singular, cuja atuação transcendeu o palco. Bailarino de técnica excepcional, marcou a história da companhia pública de dança da Bahia com sua representatividade ancestral que ia para além dos palcos e contribuiu de forma significativa para a dança na Bahia. O balé clássico e as danças afro-brasileriras eram suas marcas registradas”, diz trecho da nota.
Integrante do BTCA por mais de três décadas, Gilmar também se destacou como um artista múltiplo, emprestando sua voz a diversos espetáculos da companhia e se dedicando à formação de novas gerações de bailarinos.
Luto nas artes. O bailarino, coreógrafo e professor baiano Gilmar Sampaio, uma referência da dança no estado da Bahia, foi encontrado sem vida na terça-feira (21), em seu apartamento.
Segundo a Associação Afro-brasileira Casa do Mensageiro Terreiro Ilê Axé Ojisé Olodumare (Afrocam), ele faleceu de causas naturais.
Sampaio também era sacerdote do Candomblé.
Em nota, o Balé Teatro Castro Alves (BTCA), por meio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), destacou:
“Gilmar Sampaio foi um artista de trajetória singular, cuja atuação transcendeu o palco. Bailarino de técnica excepcional, marcou a história da companhia pública de dança da Bahia com sua representatividade ancestral que ia para além dos palcos e contribuiu de forma significativa para a dança na Bahia. O balé clássico e as danças afro-brasileriras eram suas marcas registradas”, diz trecho da nota.
Integrante do BTCA por mais de três décadas, Gilmar também se destacou como um artista múltiplo, emprestando sua voz a diversos espetáculos da companhia e se dedicando à formação de novas gerações de bailarinos.