Justiça nega liberação de Lula para funeral de amigo
A Justiça Federal do Paraná negou o pedido feito pela defesa do ex-presidente Lula nesta terça-feira (25) para que ele deixasse a prisão e comparecesse ao velório e enterro de seu amigo e ex-deputado federal Sigmaringa Seixas. A cerimônia ocorrerá durante a manhã e tarde desta quarta-feira (26) no Cemitério Campo Santo , em Brasília. De […]
PORRedação SRzd25/12/2018|
2 min de leitura
Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Reprodução
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A Justiça Federal do Paraná negou o pedido feito pela defesa do ex-presidente Lula nesta terça-feira (25) para que ele deixasse a prisão e comparecesse ao velório e enterro de seu amigo e ex-deputado federal Sigmaringa Seixas. A cerimônia ocorrerá durante a manhã e tarde desta quarta-feira (26) no Cemitério Campo Santo , em Brasília.
De acordo com o juiz plantonista que negou a solicitação, a amizade de mais de trinta anos entre Lula e Sigmaringa não seria suficiente para garantir a saída.
No pedido feito pelo advogado Manoel Caetano Ferreira Filho, Lula foi deputado constituinte junto com Sigmaringa, e amizade de ambos era notória: “A amizade entre o requerente e o falecido era notória, sendo que ambos foram deputados na Assembleia Constituinte, mantendo, na sequência, estreito relacionamento pessoal. Ademais, Sigmaringa atuou como advogado do requerente nos presentes autos”.
O pedido foi protocolado pouco depois das 14h e negado pelo juiz plantonista Vicente de Paula Ataíde Júnior às 15h12. Ele citou a Lei de Execução Penal, dizendo que presos como Lula só poderiam receber a permissão para sair da prisão em caso de “falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão”.
Quando o juiz Sergio Moro decretou a prisão de Lula no mês de abril, Sigmaringa foi um dos três negociadores junto à Polícia Federal das tratativas para que o ex-presidente se entregasse. Nos primeiros dias de prisão, visitou Lula quase que diariamente na Superintendência da Polícia Federal do Paraná.
Nascido em Niterói no Rio de Janeiro, Luiz Carlos Sigmaringa Seixas morreu nesta terça-feira, aos 74 anos, no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, onde fez transplante de medula para combater uma mielodisplasia – um tipo de falência da medula óssea na produção de células.
De acordo com familiares, Sigmaringa conseguiu fazer o transplante, mas com baixa compatibilidade. Após a operação, ele ficou com baixa imunidade e foi atacado por uma infecção.
A Justiça Federal do Paraná negou o pedido feito pela defesa do ex-presidente Lula nesta terça-feira (25) para que ele deixasse a prisão e comparecesse ao velório e enterro de seu amigo e ex-deputado federal Sigmaringa Seixas. A cerimônia ocorrerá durante a manhã e tarde desta quarta-feira (26) no Cemitério Campo Santo , em Brasília.
De acordo com o juiz plantonista que negou a solicitação, a amizade de mais de trinta anos entre Lula e Sigmaringa não seria suficiente para garantir a saída.
No pedido feito pelo advogado Manoel Caetano Ferreira Filho, Lula foi deputado constituinte junto com Sigmaringa, e amizade de ambos era notória: “A amizade entre o requerente e o falecido era notória, sendo que ambos foram deputados na Assembleia Constituinte, mantendo, na sequência, estreito relacionamento pessoal. Ademais, Sigmaringa atuou como advogado do requerente nos presentes autos”.
O pedido foi protocolado pouco depois das 14h e negado pelo juiz plantonista Vicente de Paula Ataíde Júnior às 15h12. Ele citou a Lei de Execução Penal, dizendo que presos como Lula só poderiam receber a permissão para sair da prisão em caso de “falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão”.
Quando o juiz Sergio Moro decretou a prisão de Lula no mês de abril, Sigmaringa foi um dos três negociadores junto à Polícia Federal das tratativas para que o ex-presidente se entregasse. Nos primeiros dias de prisão, visitou Lula quase que diariamente na Superintendência da Polícia Federal do Paraná.
Nascido em Niterói no Rio de Janeiro, Luiz Carlos Sigmaringa Seixas morreu nesta terça-feira, aos 74 anos, no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, onde fez transplante de medula para combater uma mielodisplasia – um tipo de falência da medula óssea na produção de células.
De acordo com familiares, Sigmaringa conseguiu fazer o transplante, mas com baixa compatibilidade. Após a operação, ele ficou com baixa imunidade e foi atacado por uma infecção.