Ministro Gilmar diz que caso Marielle é chance de discutir reforma nas polícias
Brasil. O ministro do STF, o Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, afirmou, nesta segunda-feira (25), que a investigação do assassinato da ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), é uma “oportunidade” para discutir uma “reforma” das polícias no Brasil. “Muito vem se tendo esse tipo de notícia do envolvimento da polícia com crime organizado. […]
PORRedação SRzd25/3/2024|
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Gilmar Mendes. Foto: Marcelo Camargo - Agência Brasil
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Brasil. O ministro do STF, o Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, afirmou, nesta segunda-feira (25), que a investigação do assassinato da ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), é uma “oportunidade” para discutir uma “reforma” das polícias no Brasil.
“Muito vem se tendo esse tipo de notícia do envolvimento da polícia com crime organizado. Parte da polícia, né? Obviamente isso é algo extremamente grave. É preciso pensar numa refundação dessas instituições, tomar as medidas necessárias”, disse o magistrado ao chegar para a sessão de comemoração dos 200 anos de criação do Senado Federal no Congresso Nacional em Brasília.
A Polícia Federal aponta que o deputado federal Chiquinho Brazão, expulso do União Brasil, e o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio (TCE-RJ) Domingos Brazão, foram os mandantes do assassinato dela e de seu motorista. A investigação identificou o delegado Rivaldo Barbosa, chefe da Polícia Civil do Rio na época do crime, como o mentor da execução.
Brasil. O ministro do STF, o Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, afirmou, nesta segunda-feira (25), que a investigação do assassinato da ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), é uma “oportunidade” para discutir uma “reforma” das polícias no Brasil.
“Muito vem se tendo esse tipo de notícia do envolvimento da polícia com crime organizado. Parte da polícia, né? Obviamente isso é algo extremamente grave. É preciso pensar numa refundação dessas instituições, tomar as medidas necessárias”, disse o magistrado ao chegar para a sessão de comemoração dos 200 anos de criação do Senado Federal no Congresso Nacional em Brasília.
A Polícia Federal aponta que o deputado federal Chiquinho Brazão, expulso do União Brasil, e o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio (TCE-RJ) Domingos Brazão, foram os mandantes do assassinato dela e de seu motorista. A investigação identificou o delegado Rivaldo Barbosa, chefe da Polícia Civil do Rio na época do crime, como o mentor da execução.