Moro coloca Força Nacional para combater protestos contra Jair Bolsonaro

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A pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o ministro da Justiça, Sergio Moro, determinou o uso da Força Nacional para proteção da área da Esplanada dos Ministérios nesta terça-feira (13) e na quarta-feira (14). Nesses dois dias estão previstos atos de protesto contra o governo Jair Bolsonaro. Movimentos ligados a universidades públicas planejam fazer […]

POR Redação SRzd 13/8/2019| 2 min de leitura

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Manifestações de estudantes. Foto: UNE

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A pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o ministro da Justiça, Sergio Moro, determinou o uso da Força Nacional para proteção da área da Esplanada dos Ministérios nesta terça-feira (13) e na quarta-feira (14).

Nesses dois dias estão previstos atos de protesto contra o governo Jair Bolsonaro. Movimentos ligados a universidades públicas planejam fazer atos na Esplanada contra corte de verbas no ensino superior federal e contra o projeto do governo batizado de Future-se. Segundo a portaria de Moro, a permanência da Força Nacional na Esplanada poderá ser prorrogado.

Nesta terça-feira (13), estudantes estão nas ruas para protestar a favor de um direito fundamental: a educação. Pela terceira vez em 2019, uma paralisação geral em escolas e universidades está marcada nas principais capitais do país. Por volta de 14h55, 34 cidades de 15 estados e do Distrito Federal já haviam tido protesto.

As manifestações foram convocadas por entidades estudantis, como a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a UBES (União Brasileira dos Secundaristas), e protestam contra os contingenciamentos na Educação e o Programa Future-se, anunciado pelo MEC (Ministério da Educação) em julho.

A mobilização dá continuidade aos dois primeiros atos, nos dias 15 e 30 de maio, que tiveram proporções maiores. Foram registradas mobilizações em 222 e 136 cidades, respectivamente.

A pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o ministro da Justiça, Sergio Moro, determinou o uso da Força Nacional para proteção da área da Esplanada dos Ministérios nesta terça-feira (13) e na quarta-feira (14).

Nesses dois dias estão previstos atos de protesto contra o governo Jair Bolsonaro. Movimentos ligados a universidades públicas planejam fazer atos na Esplanada contra corte de verbas no ensino superior federal e contra o projeto do governo batizado de Future-se. Segundo a portaria de Moro, a permanência da Força Nacional na Esplanada poderá ser prorrogado.

Nesta terça-feira (13), estudantes estão nas ruas para protestar a favor de um direito fundamental: a educação. Pela terceira vez em 2019, uma paralisação geral em escolas e universidades está marcada nas principais capitais do país. Por volta de 14h55, 34 cidades de 15 estados e do Distrito Federal já haviam tido protesto.

As manifestações foram convocadas por entidades estudantis, como a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a UBES (União Brasileira dos Secundaristas), e protestam contra os contingenciamentos na Educação e o Programa Future-se, anunciado pelo MEC (Ministério da Educação) em julho.

A mobilização dá continuidade aos dois primeiros atos, nos dias 15 e 30 de maio, que tiveram proporções maiores. Foram registradas mobilizações em 222 e 136 cidades, respectivamente.

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