Morreu, nesta segunda-feira (31), o ex-locutor de rádio e televisão Januário de Oliveira, de 81 anos. Ele estava internado há 11 dias em um hospital particular da cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, para tratar um quadro de pneumonia, quando sofreu uma parada cardíaca. Famoso, principalmente junto ao público do Rio de Janeiro, […]
PORRedação SRzd31/5/2021|
2 min de leitura
Januário de Oliveira. Foto: Reproduçã do Instagram
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Morreu, nesta segunda-feira (31), o ex-locutor de rádio e televisão Januário de Oliveira, de 81 anos.
Ele estava internado há 11 dias em um hospital particular da cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, para tratar um quadro de pneumonia, quando sofreu uma parada cardíaca.
Famoso, principalmente junto ao público do Rio de Janeiro, criou bordões históricos em suas transmissões esportivas como ‘Taí o que você queria’, ‘Bola rolando’, ‘Acha pouco, quer mais e vai a luta’, ‘Ele sabe que é disso, é disso que o povo gosta’, ‘Tá lá um corpo estendido no chão’, ‘Cruel, muito cruel’ e ‘Sinistro, muito sinistro’.
Januário passou por diversos veículos de comunicação ao longo de sua trajetória, entre eles, as rádios Farroupilha, Cultura de Bagé, Mauá, Nacional e Globo, Na televisão, trabalhou na TVE, Manchete e Bandeirantes. Deixou a TV aberta em 1998, após perder a visão em razão da diabetes e morava com a família na capital potiguar.
Morreu, nesta segunda-feira (31), o ex-locutor de rádio e televisão Januário de Oliveira, de 81 anos.
Ele estava internado há 11 dias em um hospital particular da cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, para tratar um quadro de pneumonia, quando sofreu uma parada cardíaca.
Famoso, principalmente junto ao público do Rio de Janeiro, criou bordões históricos em suas transmissões esportivas como ‘Taí o que você queria’, ‘Bola rolando’, ‘Acha pouco, quer mais e vai a luta’, ‘Ele sabe que é disso, é disso que o povo gosta’, ‘Tá lá um corpo estendido no chão’, ‘Cruel, muito cruel’ e ‘Sinistro, muito sinistro’.
Januário passou por diversos veículos de comunicação ao longo de sua trajetória, entre eles, as rádios Farroupilha, Cultura de Bagé, Mauá, Nacional e Globo, Na televisão, trabalhou na TVE, Manchete e Bandeirantes. Deixou a TV aberta em 1998, após perder a visão em razão da diabetes e morava com a família na capital potiguar.